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9 de abril de 2021

A Cidade Submersa no Triângulo das Bermudas


No fundo do oceano, na área do Triângulo das Bermudas, um grupo de cientistas Canadenses descobriu uma cidade perdida. A noroeste da costa de Cuba, a 700 metros de profundidade, um robô submarino tirou as fotografias das ruínas de edifícios, quatro pirâmides gigantes e um objecto parecido com uma esfinge.

Especialistas sugerem que os edifícios pertencem ao período pré-clássico do Caribe e da história da América Central. A antiga cidade podia ser habitada por uma civilização semelhante aos habitantes de Teotihuacán (cidade fantasma de cerca de 2000 anos, localizada a 50 km da cidade do México).

Quem gosta de pesquisar sobre mistérios da humanidade e enigmas do planeta Terra, sabe que o Triângulo das Bermudas até hoje fascina pelas suas ocorrências inexplicáveis.

16 de agosto de 2017

Atlântida



A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto que a história que divulgam datam-na de apenas de 4.000 a.C.

Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida. 

A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos de Platão. Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por pelos sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís.

29 de abril de 2013

A Esfera de Ray Brown

                         
                            

Segundo teorias baseadas em análises que combinam a geografia com a cosmografia, as famosas pirâmides espalhadas por todo o mundo fazem parte de uma gigantesca rede que transmite e recebe informações  ̶  respectivamente, para algum lugar no espaço cósmico e de algum lugar no espaço cósmico.

Essas informações seriam modeladoras e/ou controladoras da realidade que a Humanidade conhece como resultado de meras interações das escolhas e ações das sociedades e dos indivíduos.

Outro fato importante nesse contexto é a existência de pirâmides não somente na superfície da Terra mas, também, pirâmides submarinas. Pirâmides que foram parar no fundo do Oceano por conta das numerosas revoluções geológicas já experimentadas pelo planeta.

Pirâmides, que dada a sua estrutura resistente aos mais duros golpes das catástrofes naturais, mantiveram sua estrutura intacta e "funcionando" mesmo depois de terem submergido em decorrências dos rearranjos das placas tectônicas ou elevação do nível dos mares.

Uma dessas pirâmides submersas estaria localizada no Triângulo das Bermudas, no local onde o neuropata, caçador de tesouros e pesquisador Ray Brown, durante um mergulho, encontrou um dos objetos mais enigmáticos da história da arqueológica arcaica submarina.

A descoberta surpreendeu Ray Brown por mais de um motivo além das circunstâncias incomuns e mesmo assustadoras na qual foi achada a esfera de cristal que contém uma pirâmide dentro.


DENTRO DA PIRÂMIDE SUBMARINA

Ele encontrou a esfera no interior de uma estrutura piramidal que descreveu como brilhante como um espelho. embora tivesse passado pouco tempo no interior da esta pirâmide, ele pôde observar alguns detalhes: suas paredes, os lados, eram completamente lisos e apesar do evidente longo tempo submersa exposta aos agentes de erosão e corrupção marinhos, o interior daquela construção não tinha sinal de crescimento de algas nem corais ou cracas, que normalmente aderem às rochas do fundo do mar, aos cascos dos navios e mesmo à epiderme de cetáceos.

                                      

Além disso, o recinto estava iluminado embora não houvesse ali nenhuma fonte de luz que pudesse ter identificado. Antes de apoderar-se da esfera, Brown observou outra pedra: era uma gema, algo como uma pedra preciosa multifacetada de coloração vermelha, presa a uma haste metálica instalada a partir do teto. Ele tentou, mas foi incapaz de deslocar este objeto.

 Somente depois disso, atentou à esfera, cerca de quatro metros abaixo, encaixada entre as mãos metálicas (metal semelhante ao bronze) de uma escultura. Pequena, a esfera tem cerca de quatro centímetros de diâmetro.

Deste objeto ele se apoderou desencadeando uma reação de revolta nas águas. Brown conta, ainda, que em seu trajeto em direção à saída (no alto da pirâmide), sentiu uma presença e ouviu uma voz, em sua cabeça, uma voz que advertiu para que nunca mais voltasse ali.

Com medo que sua preciosa esfera fosse confiscada pelo governo, posto que seria considerada tesouro resgatado, ele manteve seu "achado"  ̶  e sua história  ̶  em segredo até 1975 (tudo aconteceu em 1970)


SOBRENATURAL

A "esfera de Brown" - como ficou conhecido o estranho objeto coletado pelo mergulhador  ̶  foi exibida poucas vezes em público (tal como ocorreu na recente conferência Maia Cristal Skull, em novembro de 2011  ̶  Los Angeles, USA).



Todavia, em todas estas raras exibições ocorrências misteriosas têm sido registradas tais como: o aparecimento de luzes fantasma, lufadas de vento inexplicáveis, alterações da temperatura ambiente, pessoas que se sentiram tocadas por energias ou que ouviram vozes. O funcionamento de bússolas foi afetado e metais tornaram-se, temporariamente, magnéticos, como que imantados. Além disso, houve relatos de curas de doenças cujos beneficiados afirmaram terem recebido a "dádiva" da esfera.


REVELAÇÕES CLARIVIDENTES

Experiências foram feitas para verificar essas possíveis propriedades metafísicas da esfera. O objeto pareceu ser "ativado" quando submetido a ondas sonoras de alta intensidade (alta freqüência) combinadas com a entonação de antigos mantras. Essa "ativação" foi identificada, por exemplo, pela alteração do desempenho de bússolas que giraram para a esquerda (sentido anti-horário) na ocasião dos experimentos. A alteração modificava-se quando era alterada a distância entre a bússola e a esfera.

A magnetização temporária de metais neutros também foi verificada nas proximidades da esfera e mesmo casos de cura de doenças, embora temporária, foram comprovados com estranha peculiaridade. Uma pessoa sã, ao entrar em contato com a esfera que promovera a cura de alguém, parecia receber os sintomas do paciente anterior, ou seja, o objeto seria capaz de anular os sintomas do doente inicial, reter as causas energéticas e transferi-las para um terceiro que a tocasse no momento subseqüente.


QUATRO ESFERAS, TRÊS PIRÂMIDES

 BRIAN SCHIDER, examinando a esfera em estado de transe revelou que, em Atlântida, havia quatro esferas idênticas à que foi encontrada por Ray Brown. Duas foram destruídas ainda durante a existência da mítica civilização. Estas, eram usadas para fins maléficos.

Uma terceira, permanece, ainda, escondida em um templo hoje submerso e a quarta é esta, que o mundo conheceu depois que foi resgatada por Brown e - atualmente, encontra-se sob a guarda de Arthur Fanning. (Ao completar 89 anos de idade Ray Brown passou a guarda da esfera para Arthur Fanning., de Albuquerque - USA).

Embora a fotografia não permita distinguir, o fato é dentro dela existem 3 pirâmides. Nas posições dessas três pirâmides reside a chave da localização da quarta remanescente. Elas estão dispostas uma de frente para a outra. Vista de outro ângulo, a esfera permite ver um olho que parece observar quem olha apara ela. Também distinguem-se milhares de finíssimas linhas de traçado irregular que parem formar uma espécie de circuito energético.




EDGAR CAYCE & A ESFERA DE BROWN

Outro clarividente que descreveu em detalhes a utilização dos cristais na Civilização Atlante foi Edgar Cayce  (famoso clarividente norte-americano, 1877-1945). Cayce mencionou muitas vezes um instrumento que ele denominava de Grande Cristal. 

Cayce mencionou muitas vezes um instrumento que ele denominava de Grande Cristal. Sobre o cristal, ele dizia que estava abrigado em um salão de forma oval (o que não descarta que tal recinto estivesse dentro de uma pirâmide). A cúpula do salão podia ser revertida expondo o cristal à luz do Sol, da Lua e das estrelas conforme o propósito. O interior do recinto era revestido de um material não condutor de energia, como a eletricidade, por exemplo. Algo semelhante ao amianto ou como um plástico termofixo.

O cristal propriamente dito era chamado de Pedra Tuanoi, Firestone ou, ainda Cristal de Poder. Este cristal não era, como torna-se evidente (pela descrição de Cayce) a esfera de Brown porque a Pedra Tuanoi era grande, cilíndrica e de forma prismática, possuindo seis lados. No topo do cristal encaixava-se uma pedra angular móvel que podia captar, concentrar e emitir, de forma direcionada energia cósmicas e telúricas (terrenas).

Essa energia seria utilizada para várias finalidades: transporte, artesanato, indústria, comunicação, iluminação, alterações térmicas bem como a materialização e desmaterialização de corpos densos.



TECNOLOGIA AVANÇADA

Especialistas do Smithsonian Institute, em Washington, observaram que a esfera, por si mesma, é um grande mistério em virtude da perfeição de sua forma, fruto de uma tecnologia sofisticada de trabalho com o quartzo, impossível de ser realizado pela atual civilização até o começo do século XX (anos de 1900)

22 de fevereiro de 2013

TUDO O QUE VOCÊ AINDA NÃO SABIA SOBRE ATLÂNTIDA (Parte 2)


Antes de ler este post, eu recomendo que você leia a primeira parte.

Atlântida 28.000a.C. a 12.500 a.C.

            

Esta foi a civilização atlante que foi descrita por Platão. 



Mais uma vez tudo se repetiu, os que ficaram recomeçaram tudo novamente, recriando as cidades que haviam sido destruídas, mas inicialmente não tentando cometer os mesmos erros da florescente civilização passada. Eles unificaram a ciência com o desenvolvimento espiritual a fim de haver um melhor controle sobre o desenvolvimento social.



Começaram a trabalhar com as Forças da Natureza,  tinham conhecimento das hoje chamadas linhas de Hartman e linhas Ley, que cruzam toda a Terra, algo que posteriormente veio a ser muito utilizado pelos celtas que construíram os menires e outras edificações em pedra. Vale salientar que eles acabaram por possuir um alto conhecimento sobre a ciência dos cristais, que usavam para múltiplos fins, mas basicamente como grandes potencializadores energéticos, e fonte de registro de informações, devido a grande potência que o cristal tem de gravar as coisas.



Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, o que os levou a tentar criar “raças puras”, raças que não possuíssem nenhum defeito. Esse pensamento persistiu até o século XX a ser uma das bases do nazismo.


20 de fevereiro de 2013

TUDO O QUE VOCÊ AINDA NÃO SABIA SOBRE ATLÂNTIDA (Parte 1)


A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto que a história que divulgam datam-na de apenas de 4.000 a.C.

Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida. 


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