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3 de junho de 2014

Cicatrizes da Primeira Guerra Mundial


Mesmo depois de quase um século após o fim da Grande Guerra, ainda é possível encontrar diversos vestígios da destruição causada pelas batalhas e bombas usadas no Velho Continente.

26 de novembro de 2013

Inversão dos Polos - A Terra Girando na Direção Contrária

Já pensou se a Terra começasse a girar pro outro lado? Isso mesmo! Já imaginou o Sol nascendo no oeste e se pondo no leste? Pois isso já aconteceu antes e pode acontecer novamente!


Cientificamente já sabemos que os polos magnéticos terrestres sofrem inversões que ocorrem em períodos cíclicos. O decaimento atual do campo magnético indica a possibilidade de um novo processo de inversão do mesmo, tanto que a Nasa constatou a diminuição para dois Gauss no início do novo milênio, sendo que em 1996 era de quatro Gauss. Mas o que realmente está acontecendo com o escudo de proteção do planeta? 

Para entender a inversão dos pólos magnéticos da Terra é necessário primeiramente entender o campo magnético da Terra, qual a sua função e de onde ele vem, ou seja, como ele é gerado. O campo magnético da Terra é o escudo protetor do planeta dos raios cósmicos de alta energia que a “bombardeiam” a cada instante. 

1 de outubro de 2013

Por Quanto Tempo a Terra Permanecerá Habitável?



De acordo com astrobiólogos da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, as condições de habitabilidade da Terra estão garantidas por mais cerca de 1,75 bilhão de anos. Mas isso não é tanto assim como você imagina.

As descobertas, que foram publicadas este mês na revista Astrobiology, revelam o “prazo de validade” para a vida no planeta Terra com base em diversas variáveis, incluindo a distância do nosso planeta até o Sol e a variação de temperatura em que é possível ainda haver água líquida por aqui.

A equipe de pesquisa observou as estrelas em busca de inspiração. Usando planetas recentemente descobertos fora do nosso sistema solar (os chamados exoplanetas) como exemplos, os cientistas investigaram o potencial desses mundos para abrigar vida.

A pesquisa foi conduzida por Andrew Rushby. “Para fazer essas estimativas, nós usamos o conceito de ‘zona habitável’, que é calculado por meio da distância de um planeta da sua estrela em que as temperaturas ainda são propícias para haver água líquida na superfície”.

“Usamos modelos de evolução estelar para estimar o final da vida útil habitável do planeta, determinando quando ele deixará de estar nessa zona habitável. Nós estimamos que a Terra deixará de ser habitável daqui a um período entre 1,75 e 3,25 bilhões de anos. Após este momento, a Terra entrará na ‘zona quente’ do sol, onde as temperaturas serão tão elevadas que os mares se evaporariam. Nós veríamos um evento de extinção catastrófico e terminal para todas as formas de vida”, completa Rushby.

De acordo com o pesquisador, porém, as condições do ambiente para seres humanos e outras formas de vida complexas se tornarão impossíveis muito mais cedo, por conta das mudanças climáticas antropogênicas. “Os seres humanos estariam em apuros mesmo com um pequeno aumento na temperatura da Terra. Perto do final, apenas micróbios muito resistentes seriam capazes de suportar o calor”, disse.


A evolução da vida complexa

“Se olharmos para trás, percebemos que já havia vida celular na Terra há muito tempo. Tivemos insetos há 400 milhões de anos, os dinossauros surgiram 300 milhões de anos atrás, enquanto as plantas e as flores são de 130 milhões de anos atrás. Os humanos anatomicamente modernos apareceram apenas nos últimos 200 mil anos”, lembra. “Daí você consegue ver que é preciso muito tempo para a vida inteligente se desenvolver”, comenta Rushby.

Ele afirma que a quantidade de tempo habitável de um planeta é muito importante porque nos conta sobre o potencial do local para a evolução da vida complexa – o que exige um longo período de condições de habitabilidade. “Isso nos permite investigar o potencial que outros planetas possuem para hospedar vida, além de compreender o estágio em que a vida pode já estar em outro lugar na galáxia”.

“É claro que uma grande parte da evolução é uma questão de sorte – e isso não é concreto –, mas sabemos que espécies complexas e inteligentes como os seres humanos não poderiam surgir depois de apenas alguns milhões de anos do surgimento de qualquer vida em um determinado planeta, porque levamos 75% de todo o tempo de vida habitável deste planeta para evoluirmos até este ponto. Acreditamos que, provavelmente, esta história está se repetindo em outro lugar neste momento”.

Quase mil planetas fora do nosso sistema solar já foram identificados pelos astrônomos. A equipe de pesquisa analisou alguns deles como exemplos e estudou a natureza evolutiva de sua habitabilidade ao longo do tempo, tanto astronômico quanto geológico.

“Curiosamente, não haviam muitas outras previsões baseadas nas zonas habitáveis disponíveis, razão pela qual decidimos trabalhar no desenvolvimento de um método específico para isso. Outros cientistas usaram modelos complexos para fazer estimativas apenas para a Terra, mas estes não são adequados para se analisar a situação de outros planetas”, relata.

Os cientistas compararam a Terra a oito planetas que estão atualmente em sua fase habitável, incluindo Marte. Eles descobriram que os planetas que orbitam estrelas de menor massa tendem a ter zona habitável mais longas.

“Um dos planetas no qual aplicamos nosso modelo foi o Kepler 22b, que tem uma vida útil habitável de 4,3 a 6,1 bilhões de anos. Ainda mais surpreendente é o Gliese 58d, cuja vida útil habitável está entre 42,4 e 54,7 bilhões de anos. Ou seja, este planeta ainda estará quente e agradável para acolher vida durante um espaço de tempo mais de 10 vezes maior do que a idade do nosso sistema solar”, explica Rushby.

Até o momento, porém, nenhum verdadeiro planeta análogo à Terra foi detectado. “Mas é possível que haja um planeta habitável e parecido com a Terra dentro de um raio de 10 anos-luz de nós, o que é muito próximo em termos astronômicos. Entretanto, chegar lá levaria centenas de milhares de anos com a nossa tecnologia atual”.

“Se realmente precisássemos nos mudar para outro planeta, Marte provavelmente seria a nossa melhor aposta. O planete está muito perto daqui e permanecerá na zona habitável até o final da vida útil do sol – ou seja, até daqui a seis bilhões de anos”, conclui.

29 de agosto de 2013

Cientista alega que a vida na Terra começou em Marte



A vida na Terra teria começado… em Marte! É o que sugere, como se não fosse nada demais, o bioquímico Steven Benner, pesquisador do Instituto Westheimer para Ciência e Tecnologia, nos Estados Unidos.

Falando ontem a uma plateia de cientistas em uma conferência em Florença, na Itália, Benner sugeriu que, por incrível que pareça, os primeiros passos da vida, a partir de química simples, teriam sido dados muito mais facilmente no planeta vermelho, 4 bilhões de anos atrás, do que na Terra.

O papo vai ficar meio cabeludo agora, mas, por favor, aguente firme que valerá a pena.

Benner é um dos defensores da hipótese conhecida como “mundo de RNA”. Trata-se da resposta mais aceita ao clássico dilema de Tostines no que diz respeito à origem da vida: o que vem primeiro, o material genético, que guarda as receitas das proteínas que fazem tudo no interior dos organismos, ou as proteínas, que tocam o metabolismo adiante e são a razão de ser do material genético?

Hoje, a principal molécula guardadora do material genético, como todos nós conhecemos, é o DNA. Todas as criaturas vivas têm seus genomas confortavelmente conservados em longas moléculas dele.

Contudo, no passado, o RNA — que hoje serve principalmente para fazer o leva-e-trás da informação contida no DNA — pode ter sido o protagonista da festa. Por quê? Ocorre que os cientistas descobriram que, em certas circunstâncias, ele pode agir ora como uma proteína, estimulando reações químicas (ou seja, realizando metabolismo), ora para servir como guardador da informação genética (como, inclusive, faz para alguns vírus até hoje). Resolvendo os dois problemas ao mesmo tempo, ele seria o primeiro passo natural da vida, sem exigir a formação de duas coisas diferentes (DNA e proteínas) simultaneamente.

Fonte: ovnihoje.com

29 de julho de 2013

E se a Terra tivesse anéis como os de Saturno?



                                 

Temos a sorte de nosso planeta ter uma lua grande em órbita não muito distante, o que torna as noites muitos bonitas. Contudo, o céu seria muito mais espetacular se nosso planeta tivesse um sistema de anéis como o de Saturno.


Apesar de eu não acreditar muito nisso, o texto fonte deste artigo afirma que a Terra já teve um sistema de anéis. Quando o planeta Thea se colidiu com o nosso há bilhões de anos, uma quantidade titânica de material foi destruída no espaço. Parte dele entrou em órbita da Terra, formando um anel de detritos que eventualmente se fundiram e formaram a Lua que vemos hoje.


Em 1848, o matemático francês Edouard Roche calculou que, se um grande satélite se aproximar muito de um planeta, ele  seria dilacerado pela força gravitacional do planeta, uma vez que uma lua tende a ser muito menor. Cada planeta tem o que é chamado limite de Roche, e os anéis de Saturno estão inteiramente dentro desse limite. Quanto maior é um planeta, maior é sua gravidade, e quanto maior é a gravidade, maior é o limite de Roche.


Alguns astrônomos acreditam que os anéis de Saturno são o material que não foi capaz de formar uma lua porque se encontrava dentro do limite de Roche do planeta. A atração gravitacional de Saturno evita que partículas se aglomerem para formar uma lua. Outra teoria sugere que há dezenas de milhões de anos atrás, na época que os dinossauros vagavam pela Terra, Saturno não possuía anéis. Estes se formaram quando uma ou mais luas foram atraídas pela força gravitacional do planeta, o que teria despedaçado os satélites em minúsculas partículas que formam os anéis hoje.


Qualquer um desses cenários poderia ter produzido um sistema de anéis ao redor de nosso planeta. Pouco importa, pois se perguntar como a Terra seria se tivesse anéis é apenas um exercício de imaginação.


Veja abaixo algumas ilustrações retratando o céu da Terra se esta tivesse anéis como o de Saturno:




Se você estiver olhando no mesmo plano dos anéis (em regiões equatoriais), tudo o que você veria seria uma linha brilhante vertical no céu. Abaixo estão os anéis vistos a partir de Quito, no Equador.



Se você viajar um pouco e for para a Guatemala, os anéis passariam a se espalhar pelo céu, iluminando o lado escuro da Lua, devido ao aumento da luz solar sendo refletida pelos anéis.


 Movendo-se para a Polinésia, ou algum ponto do Trópico de Capricórnio, um panorama de 180º nos dá uma ideia da magnífica vista dos anéis. A forma oval no meio do anel é a sombra da Terra. A borda da sombra é tingida com um tom alaranjado devido a passagem da luz solar pela atmosfera do planeta.


 Aqui temos a visão de Washington (EUA)






No Círculo Polar Ártico, os anéis mal chegam acima do horizonte. Visto de Nome, no Alasca, os anéis brilhantes iluminam a paisagem árida pouco mais do que uma lua cheia. Ao contrário do sol ou da lua, no entanto, os anéis estão sempre visíveis, dia ou noite, sempre exatamente no mesmo lugar.

2 de março de 2013

QUANDO É QUE A VIDA INTELIGENTE SURGIU NO UNIVERSO?


 

Através da radiometria sabemos que a Terra tem aproximadamente 4,54 bilhões de anos.  Apesar de haver algum debate a respeito da data da primeira evidência de vida na Terra, a maioria dos cientistas estima que ela iniciou entre 3,65 e 3,85 bilhões anos atrás.  Porém, sabe-se que o universo é muito mais velho: aproximadamente 13,77 bilhões de anos.  Esta conclusão foi tirada principalmente de uma combinação de dados da Sonda Wilkinson Microwave Anisotropy, junto com uma determinação da taxa de expansão cósmica, obtida pelo Telescópio Espacial Hubble.

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