Mostrando postagens com marcador Teorias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teorias. Mostrar todas as postagens

10 de fevereiro de 2021

Cientista Diz Que Pode Haver Dinossauros Na Lua


Dinossauros na Lua? Não, não é a sinopse de mais um excelente filme ruim do SyFy, é uma hipótese que por incrível que pareça é até... provável.

Dinossauros na Lua? Isso é insano. Sabemos que há incas em Vênus, Kardecistas em Júpiter (sério), na Lua temos o Vigia, Inumanos e até Mulheres Amazonas, mas agora uma ideia foi proposta e desafia até a ficção: Há uma possibilidade de termos dinossauros reais por lá.

8 de abril de 2018

Fim Do Universo Pode Ser Causado Por Bolha Destruidora


Várias teorias sobre como o universo vai acabar já foram apresentadas. Agora, a mais nova possibilidade aponta que o fim de tudo que conhecemos e não conhecemos não será em um colapso cósmico, mas sim por causa de uma gigantesca bolha cósmica que devorará tudo em seu caminho. De acordo com um estudo publicado em 12 de março na revista Physical Review D, o momento final do universo será desencadeado por uma consequência bizarra da física subatômica chamada instanton. Este instanton criará uma pequena bolha que se expandirá na velocidade da luz, engolindo tudo em seu caminho. “Em algum momento, uma dessas bolhas será criada. Vai ser muito desagradável”, afirma Anders Andreassen, físico-chefe do estudo na Universidade de Harvard.

Os instantons são as soluções para as equações que governam o movimento de minúsculas partículas subatômicas, mas Andreassen as comparou com o fenômeno dos tunelamentos quânticos, em que uma partícula aparentemente desafia a física a passar por uma barreira impenetrável. Mas em vez de atravessar uma barreira, o instanton forma uma bolha dentro do campo de Higgs, o campo que dá massa a tudo e dá origem ao bóson de Higgs.

6 de março de 2018

Nova Teoria Sobre o Surgimento da Lua


Os cientistas não têm certeza de como a nossa Lua se formou. Várias teorias já foram apresentadas ao longo dos anos – algumas mais bem aceitas do que outras -, mas algumas pontas soltas ainda permanecem. Agora, uma nova teoria parece amarrar estas pontas. Segundo o novo estudo, a Lua teria se formado dentro da Terra, quando nosso planeta não tinha se formado completamente ainda e era uma nuvem fervente e giratória de rocha vaporizada, chamada sinestia. O novo modelo, liderado por pesquisadores da Universidade da Califórnia e da Universidade de Harvard, todas nos EUA, resolve vários problemas das teorias atuais sobre a formação lunar.

31 de dezembro de 2014

O Fim da Religião e a Descoberta de Vida Alienígena


Apesar de muitas teorias absolutamente convincentes para explicar o Paradoxo de Fermi e o grande silêncio que vivenciamos até agora com relação à vida extraterrestre, alguns, como David A. Weintraub, da Universidade de Vanderbilt (em Tennessee, nos Estados Unidos), acreditam que a prova de que a vida existe fora da Terra está finalmente chegando.

E aí vem aquela pergunta que não quer calar: como a humanidade vai reagir depois que os astrônomos nos mostrarem evidências científicas e sólidas para a existência de vida extraterrestre?

Quando os cientistas anunciarem essa descoberta, só temos uma certeza: tudo vai mudar. E nossas filosofias e religiões terão que incorporar essas novas informações.

16 de novembro de 2014

Esquisitices Quânticas Podem Ser Resultado de Interação Entre Mundos Paralelos



Um físico químico da Universidade de Tecnologia do Texas, nos Estados Unidos, desenvolveu uma nova teoria da mecânica quântica que não apenas presume a existência de mundos paralelos, mas também que a sua interação mútua é o que dá origem a todos os efeitos quânticos observados na natureza.

A teoria, publicada pela primeira vez pelo professor Bill Poirier há quatro anos, tem atraído recentemente a atenção da comunidade da física fundamental, o que o levou a ser convidado a fazer um comentário na revista de “Physical Review X”.

5 de novembro de 2014

Cientistas Alegam que Universos Paralelos Existem!


Imagine um mundo onde os dinossauros não se tornaram extintos, a Alemanha venceu a Segunda Guerra Mundial e você nasceu em outro país. Estes mundos poderiam existir em universos paralelos, os quais interagem constantemente um com o outro, de acordo com um grupo de pesquisadores estadunidenses e australianos.

Parece soar como ficção científica, mas essa teoria poderia resolver algumas das irregularidades da mecânica quântica que têm intrigado os cientistas por séculos.

20 de setembro de 2014

O Paradoxo de Fermi


Algumas pessoas ficam impressionadas pela beleza do céu, ou se deslumbram com a vastidão do universo. Cada um reage de um jeito diferente. O físico Enrico Fermi, como muitos de nós também fazemos, se perguntou: “cadê todo mundo?”

11 de setembro de 2014

Será que vivemos em uma ilusão holográfica?


Um experimento único poderá revelar que nosso universo tridimensional é, na verdade, uma ilusão holográfica, segundo hipótese sustentada por uma equipe de cientistas do Laboratório Nacional Fermi, dos EUA.

5 de setembro de 2014

Pesquisadores investigam suposta informação extraterrestre escondida em nosso DNA


Há muitos anos, os cientistas procuram, nas profundezas do espaço, algum indício de vida extraterrestre, mas a resposta poderia estar muito mais próxima do que imaginávamos. Seria possível existir uma mensagem de outros seres dentro de nós mesmos?

12 de maio de 2014

Teria sido a matéria escura responsável pela extinção dos dinossauros


Uma nova teoria proposta por uma dupla de cientistas afirma que os lagartões podem não ter sido dizimados por um meteoro, como sempre foi imaginado.

18 de novembro de 2013

Especialista diz que Humanos Não são Originários da Terra!


Um ecologista estadunidense tem alegado que nós humanos não somos da Terra, mas fomos colocados no planeta por alienígenas há milhares de anos.

Em seu livro, o Dr. Ellis Silver aponta a um número de características fisiológicas que dão apoio ao seu caso do porque dos humanos não terem evoluído ao lado de outra vida na Terra.  Elas vão desde o fato de humanos sofrerem de dores nas costas (o que ele sugere é devido a termos evoluído em um mundo com menor gravidade) até aos fatos de ficarmos facilmente queimados pelo Sol e termos dificuldades em partos).

O Dr. Ellis diz que, pela maior parte, apesar do planeta dar conta das necessidades humanas, a Terra talvez não sirva para interesses da espécie tanto quanto imaginavam os alienígenas que aqui nos depositaram.  Em seu livro, ‘Humans are not from Earth: A Scientific Evaluation of the Evidence’ (‘Humanos não são da Terra: Uma Avaliação Científica da Evidência’) o ecologista escreve que a raça humana possui defeitos que a caracteriza como não sendo deste mundo.

“A raça humana é supostamente a espécie mais avançada no planeta, todavia ela é surpreendentemente inapropriada e má equipada para o ambiente da Terra: prejudicada pela luz solar, um gosto desfavorável aos alimentos que naturalmente ocorrem aqui, taxas ridiculamente altas de doenças crônicas e mais“, ele disse em entrevista.

O ecologista diz que os humanos podem sofrer de problemas nas costas porque evoluíram num mundo com uma gravidade menor.  Ele também diz que é muito estranho o fato das cabeças dos bebês serem muito grandes, assim tornando difícil o parto, podendo resultar em fatalidades para as mães e para os bebês.

Nenhuma outra espécie tem estes problemas, diz ele.

Além disso, ele também acredita que os humanos não foram projetados para ficarem expostos ao Sol, como aqui na Terra, pois não podem ficar banhando ao Sol por mais de uma ou duas semanas – diferentemente de um lagarto – e não podem ficar expostos ao Sol o dia todo sem terem problemas.

O Dr. Ellis também alega que os humanos estão sempre doentes e isto pode ser devido aos ‘relógios biológicos’ dos nossos corpos terem evoluído para esperarem um dia de 25 horas, como já foi provado por pesquisadores.

“Esta não é uma condição moderna; os mesmos fatores podem ser traçado desde o começo da história humana na Terra“, diz ele.  Ele sugere que o homem Neanderthal, tal como o Homo erectus, foram um cruzamento com outras espécies, talvez de Alfa-Centauro, que é o sistema estelar mais próximo do nosso sistema solar, a aproximadamente 4,37 anos luz de distância.  De acordo com o Dr. Ellis, as pessoas sentem que não pertencem a este planeta.

“Isto sugere (pelo menos para mim) que a raça humana possa ter evoluído num planeta diferente, e que um dia podemos ter sido trazidos aqui como um espécie em desenvolvimento.  Uma razão para isto… é que a Terra possa ser um planeta prisão, já que parecemos ser uma espécie naturalmente violenta, e estamos aqui até que aprendamos a nos comportar“, ele disse.

Para o Dr. Ellis, a intenção do seu livro é a de criar um debate, ao invés de ser um estudo científico e ele espera que irá levar as pessoas a contatá-lo com mais sugestões para ‘evidência’.

Embora outros cientistas dizem que algumas bactérias vieram para a Terra do espaço, Chris McKay, um astrobiólogo da NASA, disse que chegar à conclusão de que elas sejam vida alienígena é um “salto enorme“.  Já, o Professor Wainwright, da Universidade de Sheffield, planeja investigar mais a fundo a tese da vida ter vindo de fora e acredita que ela está constantemente chegando do espaço, e não é oriunda da Terra.

O Dr. Ellis diz que, apesar de sua ideia ser uma evolução extrema da tese da vida ter vindo de fora do planeta, a intenção dele é a de provocar as pessoas a pensar e ele alega ter tido uma reação altamente positiva sobre sua tese.

“A minha tese propõe que a raça humana não evoluiu como parte da linhagem de vida [natural deste planeta], mas evoluiu em algum outro lugar e foi transportada para Terra, como Homo sapiens, completamente evoluído, entre 60.000 e 200.000 anos atrás“, diz ele.

Um fato interessante é que esta última declaração do Dr. Ellis coincide com um artigo publicado aqui no blog em 6 de março passado, e diz respeito às ruínas de uma antiga metrópole de 200.000 anos encontradas no sul da África (Clique aqui para recordar).

Na minha humilde opinião ele só "descobriu" o que já era uma evidência...

Adaptado de ovnihoje.com

3 de agosto de 2013

Teoria do Caos



É uma das leis mais importantes do Universo, presente na essência de quase tudo o que nos cerca. A idéia central da teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer conseqüências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis - caóticos, portanto. 

Parece assustador, mas é só dar uma olhada nos fenômenos mais casuais da vida para notar que essa idéia faz sentido. Imagine que, no passado, você tenha perdido o vestibular na faculdade de seus sonhos porque um prego furou o pneu do ônibus. Desconsolado, você entra em outra universidade. Então, as pessoas com quem você vai conviver serão outras, seus amigos vão mudar, os amores serão diferentes, seus filhos e netos podem ser outros...

No final, sua vida se alterou por completo, e tudo por causa do tal prego no início dessa seqüência de eventos! Esse tipo de imprevisibilidade nunca foi segredo, mas a coisa ganhou ares de estudo científico sério no início da década de 1960, quando o meteorologista americano Edward Lorenz descobriu que fenômenos aparentemente simples têm um comportamento tão caótico quanto a vida. Ele chegou a essa conclusão ao testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar. 

Um dia, Lorenz teclou um dos números que alimentava os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, esperando que o resultado mudasse pouco. Mas a alteração insignificante, equivalente ao prego do nosso exemplo, transformou completamente o padrão das massas de ar. Para Lorenz, era como se "o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas". Com base nessas observações, ele formulou equações que mostravam o tal "efeito borboleta".



Estava fundada a teoria do caos. Com o tempo, cientistas concluíram que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do ritmo dos batimentos cardíacos às cotações da Bolsa de Valores. Na década de 70, o matemático polonês Benoit Mandelbrot deu um novo impulso à teoria ao notar que as equações de Lorenz batiam com as que ele próprio havia feito quando desenvolveu os fractais, figuras geradas a partir de fórmulas que retratam matematicamente a geometria da natureza, como o relevo do solo ou as ramificações de nossas veias e artérias. A junção do experimento de Lorenz com a matemática de Mandelbrot indica que o caos parece estar na essência de tudo, moldando o Universo. "Lorenz e eu buscávamos a mesma verdade, escondida no meio de uma grande montanha.

"A diferença é que escavamos a partir de lugares diferentes", diz Mandelbrot, hoje na Universidade de Yale, nos Estados Unidos. E pesquisas recentes mostraram algo ainda mais surpreendente: equações idênticas aparecem em fenômenos caóticos que não têm nada a ver uns com os outros. 

"As equações de Lorenz para o caos das massas de ar surgem também em experimentos com raio laser, e as mesmas fórmulas que regem certas soluções químicas se repetem quando estudamos o ritmo desordenado das gotas de uma torneira", afirma o matemático Steven Strogatz, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Isso significa que pode haver uma estranha ordem por trás de toda a imprevisibilidade. Só a continuação das "escavações" pode resolver o mistério.


Imprevistos decisivos

A ideia central da tese é que pequenas alterações numa situação trazem efeitos incalculáveis

1. A essência da teoria do caos é que uma mudança muito pequena nas condições iniciais de uma situação leva a efeitos imprevisíveis. É o que acontece nesse exemplo hipotético, em que uma menina brinca despreocupadamente com sua bola. Parece uma situação sem grandes conseqüências, mas...

2. ... uma borboleta surpreende a garotinha! Pronto: apareceu a tal "pequena alteração nas condições iniciais". Com o susto, ela deixa a bola cair;

3. A bola vai rolando em direção à estrada e a menina corre atrás para recuperá-la. Enquanto isso, um caminhão carregado de sal está passando por ali;

4. Para não atropelar a menina, o motorista vira o volante subitamente. Mas o caminhão não agüenta a manobra e tomba. O veículo começa a pegar fogo;

5. Todo o suprimento de sal começa a torrar. A fumaça do incêndio está carregada de minúsculas partículas de cloreto de sódio, que sobem para as nuvens;

6. Nas nuvens, as partículas de cloreto de sódio atraem pequenas gotinhas de vapor d’água e começam a formar gotas de chuva, que crescem até terem peso suficiente para cair;

7. Com as nuvens pesadas, começa a chover depois de algum tempo. Ou seja, a brincadeira inocente da menina, no fim, produziu uma alteração imprevisível nas condições climáticas!


Geometria reveladora

Gráficos indicam quando um evento é caótico.

Cientistas traduzem o movimento de um objeto ou de um sistema dinâmico como a atmosfera em gráficos abstratos, chamados de atratores. Dependendo do desenho que surge, dá para saber se um determinado acontecimento é previsível ou não.

Ponto imóvel
O gráfico abstrato de algo estático, como uma bolinha de gude parada, é um simples ponto. Basta pensar um pouco: se não houver uma força externa, como alguém que resolva empurrá-la, a bolinha sempre vai estar ali e o ponto isolado indica essa ausência de movimento.

Movimento previsível
No caso de um pêndulo, que se move harmonicamente, o gráfico do movimento tem formato espiral. Isso indica que ele se movimentará por um certo tempo até parar. Dependendo da força inicial, dá para saber exatamente quando e onde isso vai acontecer.

Caos total
As equações que explicam o comportamento de eventos imprevisíveis dão origem a gráficos conhecidos como fractais, figuras de geometria maluca e detalhes infinitos. 

Clique aqui e confira nosso post sobre os Fractais

Fonte: Mundo Estranho

8 de junho de 2013

As 10 teorias mais interessantes

                 

Um famoso site de comentários científicos, Edge.com, resolveu fazer um diálogo aberto com mais de 200 pesquisadores, professores e especialistas em vários campos de conhecimento, para responder qual é, ao longo da história, a explicação científica preferida de cada um. Os entrevistados poderiam fazer a escolha baseados em quão profunda, bonita ou elegante eles consideravam cada teoria.

Os resultados, que incluem respostas de cientistas notáveis em várias áreas do conhecimento, foram mais diversificados do que se poderia imaginar. Algumas das teorias são amplamente conhecidas e todo mundo sabe pelo menos o básico do que tratam. Outras, no entanto, você talvez nunca tenha ouvido falar. Confira uma lista com dez das mais interessantes explicações científicas para o universo e para o ser humano:

10 – Teoria da relatividade
O produto do estudo de Albert Einstein, no início do século XX, foi resultado de duas teorias que se complementam. Uma delas, a Relatividade Geral, é derivada dos estudos de Isaac Newton e enuncia que a gravidade, a grosso modo, é resultado do fato de um corpo de grande massa alterar a curvatura do espaço-tempo. Embora vários pontos da teoria da relatividade já tenham sido revistos ao longo do último século, os cientistas reconhecem seu valor no estudo da cosmologia moderna.

9 – Como o cérebro funciona
Neurologistas ainda não conhecem exatamente os mecanismos dos gânglios da base, um grupo de núcleos cerebrais que se interconectam com a maior parte do sistema nervoso. Esta área do cérebro seria livre da influência da consciência. Por essa razão, algumas decisões do ser humano não são tomadas de maneira tão racional: os gânglios é que fazem a primeira distinção entre o que é bom ou ruim e nos fazem optar rapidamente. Tempos depois (pode ser alguns minutos ou vários anos) é que a consciência avalia de fato o que foi decidido.

8 – Fenômeno da emergência
O conceito lógico de emergência significa, basicamente, que não existe uma estrutura complexa por natureza. Em outras palavras: qualquer sistema, por mais complicado que pareça, pode ser “desmontado” numerosas vezes até chegar a mecanismos primariamente simples. Basta analisar, por exemplo, um formigueiro: se você observa uma única formiga, a interação dela com o meio em que vive é extremamente simples. Inseridas em uma colônia, contudo, passa a ser de grande complexidade e a fazer sentido na natureza.

7 – Efeito placebo e o reflexo condicionado
Em 1927, o físico Ivan Pavlov demonstrou na prática uma teoria que ficaria famosa e levaria seu nome. Ela enuncia, basicamente, que o corpo humano pode ser condicionado a responder de determinada maneira aos estímulos externos que recebe, e é possível forjar uma resposta do corpo apenas com um estímulo: o chamado reflexo condicionado. Mas nem todos sabem que essa teoria se aplica ao chamado efeito placebo dos medicamentos. Existem pessoas, por exemplo, que sentem a dor de cabeça passar antes que a aspirina que ingeriram possa fazer efeito: eles apenas acreditam que a aspirina alivia a dor e o corpo reage conforme esse estímulo.

6 – Sistemas cerebrais fora de sincronia
Alguns neurocientistas trabalham com a ideia de que o cérebro humano opera com dois sistemas paralelos, um cognitivo e o outro emocional. A teoria da falta de sincronia afirma que a adolescência e juventude são períodos em que as pessoas são inquietas e “explosivas”, justamente porque estes dois sistemas ainda não estão funcionando em sincronia no cérebro. Esse ajuste, conforme esta ideia, só ocorre entre os vinte e os trinta anos de idade.

5 – Personalidade moldada pelo acaso
Você já se perguntou se haveria nascido um ser humano totalmente diferente em seu lugar caso você não tivesse vencido a corrida dos espermatozóides? Esta é apenas uma das variáveis de uma teoria que enuncia, basicamente, que somos produto de uma série incontável de acasos. Os genes do pai e da mãe seriam apenas a primeira variável, mas há uma série de eventos biológicos antes e depois do nascimento que podem mudar, digamos, o “curso natural” das coisas.

4 – Somos aquilo que fazemos
Uma pessoa devolve uma carteira perdida porque é honesta ou é honesta pelo fato de ter devolvido uma carteira perdida? Segundo essa teoria, ambos os enunciados estão certos: as ações têm papel decisivo em definir a pessoa que somos. Colocado em outras palavras: se você pensa em devolver uma carteira, já sabe que está querendo ser honesto. E assim, automaticamente o é. Por essa razão, podemos passar a ser aquilo que fingimos ser; basta agir como tal.

3 – Como os grupos ampliam a visão individual
Durante as últimas eleições dos Estados Unidos, você deve ter visto que alguns estados são amplamente pró-republicanos e outros pró-democratas, e nem sempre era fácil achar algum que estivesse “em cima do muro”. Existe uma teoria que explica o motivo disso: dentro de um agrupamento, tendemos a absorver as ideias e a visão da coletividade. E mais: nós temos uma tendência natural a procurar pessoas que pensam como nós, e tentamos nos juntar a esse grupo. Em outras palavras, o ser humano prefere se aproximar de quem concorda com ele.

2 – Teoria da Evolução
Charles Darwin foi um dos cientistas mais lembrados pela votação do Edge.com. Suas postulações sobre a seleção natural, publicadas em “A Origem das Espécies” na metade do século XIX, continuam sendo base para a maior parte dos estudos evolutivos atualmente. Cientistas afirmam que poucas teorias, na história da humanidade, conseguiram dar conta de explicar um sistema complexo como a evolução humana com enunciados tão simples.

1 – Big Bang
A astronomia segue refletindo sobre o significado da teoria do Big Bang, a explicação mais famosa para o surgimento do universo. Cientistas modernos tentam enxergar além da suposta explosão: é possível que o universo observável pelos astrônomos seja apenas uma fração daquilo que o Big Bang originou. Ou então, olhando por outro ângulo, o “nosso” Big Bang seria apenas um evento entre vários, e poderia haver outros universos definidos por outras ocorrências.

23 de maio de 2013

Encontradas evidências de que estamos vivendo na "Matrix"



Acredite se quiser: Físicos encontram evidências de que a nossa realidade pode ser uma mera simulação virtual. Fazemos nós parte do melhor videogame já criado?

Não, você não leu errado. De acordo com estudiosos cientistas da Universidade de Bonn, certos aspectos do nosso mundo físico são sustentados por elementos que indicam que a nossa realidade pode não ser nada mais do que uma simulação computadorizada.
A ideia de que somos apenas figuras sustentadas por tecnologias e intelectos superiores parece meio absurda, não é mesmo? O fato é que o cientista planetário Rich Terrile (NASA) acredita veementemente na teoria de que nossa vida não é nada mais do que um videogame.

Silas Beane foi o pesquisador que liderou um grupo de físicos que levantou uma hipótese muito interessante. Segundo as pesquisas, a teoria que mais ganha força é a de que somos uma simulação dentro de outra simulação dentro de outra e assim sucessivamente, com um cenário enriquecido em detalhes, que provavelmente se parece muito com a vida dos nossos “criadores”, para dar a impressão de realidade absoluta. Aparentemente, vivemos em um universo artificial e somos incapazes de nos darmos conta desse fato.

Existe uma teoria chamada “Teoria de campo reticulado” (teoria de física contrária à noção de tempo e espaço continuum da qual temos conhecimentos). Os pesquisadores se basearam nessa teoria para lançar a ideia de que uma simulação de computador (ou um videogame, se preferirem) das próprias leis físicas, que em determinado momento parecem contínuas e que seriam obrigatoriamente inseridas em um retículo espacial, uma adição para a simulação na qual podemos estar vivendo neste momento. Esse retículo tridimensional avança em pequenos passos temporais que limitam a quantidade energética que as partículas virtuais possuem dentro do sistema. Em outras palavras, um recurso virtual que impões “limites”, que poderiam ou não existir para os nossos amados e anônimos criadores.



Isso realmente acontece em certos processos de física quântica que envolvem uma grande quantia de energia (nos raios laser, por exemplo, ou em um feixe de elétrons). Esse retículo limita a energia para que as partículas ocupem seu próprio espaço, com um máximo de energia para que nada nesse “sistema” seja menor do que este permite.

“Se o cosmos é uma simulação numérica, deve haver pistas no espectro de raios cósmicos de alta energia” – dizem os teóricos – ou seja, os raios cósmicos viajariam ao longo dos eixos de uma estrutura, de modo que não conseguiríamos vê-los equalizados em todas as direções.

Com a tecnologia atual e os recursos dos quais a humanidade dispõe, não podemos assegurar definitivamente que estes pesquisadores estão certos ou errados, porém somos plenamente capazes de verificar dentro de algum tempo de estudo, como se orienta a estrutura em que o nosso universo foi criado (ou é simulado, se preferirem).

É uma ideia alucinante e um bocado assustadora, porém, os cálculos de Silas Beane e dos outros pesquisadores deixaram lacunas que não podem ser ignoradas. O principal contra-argumento á teoria dos físicos é que o suposto computador que criou todo nosso universo poderia ter sido criado de qualquer maneira, visto que foi desenvolvido por inteligências e tecnologias muito superiores à nossa, de modo que as técnicas se demonstrariam imperceptíveis a nossos nanicos cérebros humanos.

É claro, acreditar ou não nessa teoria vai de cada um. Mas se os cientistas estiverem mesmo certos e somos produtos de uma simulação que funciona como uma espécie de videogame, devemos nos perguntar: Quem diabos está jogando com a gente? Como é o mundo "real"? Quem seria estúpido o suficiente para deixar erros como Mr Catra, Latino, Justin Bieber, etc?  Comente! 

Fonte: http://scaryuniverse.blogspot.com.br

6 de maio de 2013

As Linhas De Ley

                             

A teoria das linhas de Ley explica muito bem a imensa quantidade de eventos “inexplicáveis” ao redor do mundo, incluindo o Triângulo das Bermudas, Pirâmides, Áreas mortas, aparições de OVNIs e outras regiões de fenômenos magnéticos estranhos.

A mais antiga evidência a respeito de pesquisadores das linhas de Ley encontra-se no Ashmolean Museum of Oxford. Nele estão expostas um conjunto de 5 pedras mais ou menos do tamanho de um punho, esculpidas em 1400 AC, que representam precisamente os sólidos de Platão descritos no Timeus (que só seriam estudados oficialmente mil anos depois, na Grécia). Apesar destas estruturas serem extremamente delicadas e precisas, oficialmente, estas pedras são consideradas “projéteis de algum tipo não definido de boleadeira”.

                                   

No Brittish Museum também estão em exposição esferas de metal (de ouro e bronze) vietnamitas com respectivamente 20 e 12 pontos, que se encaixam e rolam umas sobre as outras, marcando uma combinação de 62 pontos e 15 círculos. Estas esferas possuem cerca de 2.500 anos de idade. Apesar destas esferas servirem como objeto de estudo dos sólidos de Platão e da combinação de pontos dentro de uma superfície esférica, oficialmente elas são “objetos de uso religioso não especificado”.



Combinando os dois principais sólidos de Platão, temos uma grade composta de 120 triângulos. Esta esfera metálica vazada foi encontrada por arqueólogos em ruínas na cidade de Knossos (durante a Idade Média, diversas imagens como esta apareciam em textos de alquimia e ela era chamada de “Esfera Celestial” por eles). Sua função era ser deixada ao sol para estudos da projeção das sombras sobre a esfera central. Com isto, os gregos conseguiram medidas precisas de distâncias no planeta, que só foram igualadas em precisão neste século, com os mapeamentos por satélite. Oficialmente, esta é uma “esfera ornamental, de função desconhecida”.

                                                 

Como todos nós sabemos, os sólidos de Platão são 5 (tetraedro, cubo, octaedro, dodecaedro e icosaedro). Porque apenas cinco? A resposta está nos cinco elementos do pentagrama usado na magia. Estes elementos estão também relacionados com sólidos geométricos, além das cores e símbolos tradicionais. Então temos: Fogo = tetraedro, Terra = cubo, Ar = octaedro, Água = Icosaedro e Espírito ou Prana = Dodecaedro. As Escolas Pitagóricas reuniram todos os sólidos dentro de uma única esfera e o resultado foi um mapa de linhas formado por 120 grandes círculos e 4.862 pontos. Como na figura abaixo.

                                                

Os estudos de Platão ecoam os ensinamentos de Pitágoras a respeito da projeção do infinito sobre o finito e servem para demarcar os pontos energéticos de maior intensidade na superfície do planeta, da mesma maneira que as linhas energéticas marcam os pontos principais da acupuntura em um corpo humano. Repetindo: “As above, so Below” (Tudo o que está em cima é igual ao que está embaixo).

                                             

Eminentes cientistas, como Sir Joseph Norman Lockyer, estudaram a superfície do planeta e sobrepuseram as chamadas Linhas de Ley com grandes monumentos do passado, como as Pirâmides, os principais círculos de pedra e outros eventos “inexplicáveis” e chegaram a “coincidências” absurdas. Cidades como o Cairo, com 6.000 anos de idade, foram projetadas (sim, você leu direito: projetadas) de maneira harmoniosa com as linhas energéticas do planeta. Londres, Paris, Berlin, Moscou, Washington, Brasília (ok, Washington e Brasília são cidades novas, mas seus projetistas sabiam o que estavam fazendo – olhe direito a planta de Brasília… aquilo é mesmo um avião ou poderia ser um compasso?).

Graças a este conhecimento oculto, mapas medievais até hoje inexplicados mostram a América, Austrália e Antártida com formas quase perfeitas, condizentes com descobertas feitas séculos depois. Exemplos são o Mapa de Piri Ibn Haji (copiado de um mapa que estava na Biblioteca de Alexandria, com a descrição da América) e o mapa de Calopodio (1537, descrevendo a Antártida). Estes mapas eram mais precisos do que mapas feitos até a década de 60 ou 70.

                                       

Com base nestas linhas, mapas da Atlântida e de Lemúria também puderam ser traçados muitos séculos antes que os cientistas sequer começassem a discutir “placas tectônicas”.

O pesquisador e cientista Sir James Churchward publicou, em 1972, um trabalho intitulado “The Twelve Devil´s Graveyard around the world”, onde localizava os doze locais onde ocorriam o maior número de acidentes e desaparecimentos de barcos e aviões no planeta. Durante anos, ele compilou relatórios da marinha de vários países, chegando aos doze pontos críticos (entre eles, o famigerado Triângulo das Bermudas). Quando os estudiosos compararam estes pontos com o modelo esférico de Platão/Pitágoras, “coincidentemente” chegaram aos pontos principais do icosaedro projetado no Planeta (que “coincidentemente” é o elemento Água na geometria pitagórica).

                                       

Cruzando outros pontos na grande esfera temos pirâmides ao redor do planeta (uma na Amazônia, inclusive… porque será que os americanos estão tão preocupados com a Amazônia agora? Vejam a briga que está no congresso, com esta proposta de lei para privatizar partes da floresta… que terrenos exatamente vão cair nas mãos de multinacionais americanas?), caminhos que as aves migratórias seguem, avistamentos de UFOs, locais sagrados, Catedrais, Círculos de Pedra e por ai vai. Escolha um local bizarro ou inexplicável do estilo “acredite se quiser” e coloque-o sobre o mapa-mundi. Ele estará sobre ou muito próximo de um ponto destes.

Se quisermos brincar um pouco mais, basta pegar cidades importantes do ponto de vista religioso ou político, como Kiev, Roma, Constantinopla, Jerusalém, Meca, Karthoum (cidade mais importante do antigo Sudão), Ile Ife (cidade mais importante para os antigos Yorubás) e as ruínas do Grande Zimbabwe e perceberemos que elas se encaixam em um padrão peculiar (os pontos que estão faltando são sítios arqueológicos que foram centros religiosos em um passado distante). Quem já está familiarizado com a Kabbalah vai achar no mínimo intrigante esta “coincidência”.

                                                 

Na Europa não é diferente. Se conectarmos todas as linhas básicas descritas por Platão e Pitágoras, os cruzamentos principais destas linhas cairão em cidades importantes como Oxford, Rotterdan, Berlin, Chartres, Altamira, Barcelona, Frankfurt, Córdoba, Hamburgo, Lourdes, Roma, Atenas, Delfos entre outras. Cidades que surgiram ao redor de oráculos, círculos de pedra (que foram substituídos por catedrais por causa da Igreja Católica e ai entra a importância dos pedreiros livres para a preservação desta geometria sagrada) ou monumentos antigos.

Agora… por que TODOS os oráculos gregos, círculos de pedra e pirâmides estão localizados sobre estes nodos? Que relação temos entre “comunicação com os deuses”, “centros religiosos”, “eventos bizarros” e as linhas de Ley? Coincidências?

                                                     

E estas linhas e pontos podem ser divididos múltiplas vezes, em grades menores, até chegar a parcelas bem pequenas, suficientes para envolver quarteirões ou mesmo casas. Os chineses, gregos, egípcios e os antigos já conheciam a respeito destas linhas e chamam isso de Feng Shui/Geometria sagrada (mas esqueçam estas coisas estranhas que aparecem nas revistinhas de decoração hoje em dia, estou falando da ciência por trás do Feng Shui, algo que definitivamente não vai cair nas mãos das massas tão cedo).

Todo mundo conhece locais na sua cidade ou bairro onde não importa que tipo de negócio se abra, ele sempre quebra, lugares onde qualquer loja que se estabeleça será um sucesso, locais onde você se sente mal sem saber por que ou lugares onde você se sente bem sem explicação racional. O estudo sério destas linhas energéticas poderia trazer benefícios enormes para a humanidade, definindo locais melhores e mais adequados para se construir hospitais, escolas, presídios, estabelecer plantações, parques, áreas residenciais e assim por diante.

Fonte: Noite Sinistra

22 de abril de 2013

Outras Teorias Da Criação

 universo (1).jpg

A criação do universo está presente em todas as civilizações. Desde as teorias mais elaboradas até às mais simples, todas são uma maneira do homem explicar para si mesmo como está inserido em um universo que desconhece. As teorias da criação de diferentes povos são riquezas a serem observadas.

As teorias da criação são explicações lógicas dadas para o surgimento do mundo desde o momento em que o homem tornou-se capaz de refletir sobre a sua existência. Essa consciência humana de si mesmo e do universo que o cerca, ainda é o que o motiva a constante exploração do espaço. Nas palavras de T S Elliot, "não devemos parar de explorar, e o fim de toda nossa exploração será chegar ao ponto de partida e ver o lugar pela primeira vez”.

A teoria do Gênesis apresentada pela bíblia é amplamente conhecida, haja vista o expansionismo do cristianismo desde os tempos mais remotos e o ideário cristão de que o mundo precisava conhecer a mensagem do evangelho. Contudo, há outros mitos de criação, também interessantes, que valem a pena ser conhecidos por todos, desde os céticos até aqueles que já possuem engajamento com outros credos. Uma coisa é certa, saber de onde viemos, de qual mundo surgimos, é ainda uma grande questão. Para aqueles que se firmam na ciência, as teorias também são diversas, a mais aceitável, e tida como comprovada no mundo científico, é a teoria do Big Bang.

m31.jpg
"M31 (Galáxia de Andrómeda ou NGC 224), a maior galáxia mais próxima da Via Láctea. É do tipo Sb, e situa-se a 2.9 milhões de anos-luz da Terra, na direção da constelação de Andrômeda. Tem uma magnitude aparente de 3.4. É o objeto mais distante visível a olho nu, com aproximadamente cinco vezes o diâmetro aparente da Lua Cheia. Está a aproximar-se da nossa Galáxia. Pensa-se que num futuro muito distante estas duas galáxias colidam."

Ambas teorias, a da gênese do universo apresentada pela bíblia em que o próprio Deus cria o mundo e todas as coisas, inclusive o homem, e a do Big Bang a explosão que deu origem ao nosso universo, admitem que haja um instante, o instante da criação, o início de tudo. Todavia, outras civilizações além dos hebreus –o povo escolhido segundo a história bíblica- e a ciência buscaram responder à questão sobre a origem do universo.

Em seu livro, A dança do Universo, Marcelo Gleiser, físico e astrônomo, mostra alguns dos mitos de criação que passaremos a conhecer, sem dúvida, estes mitos dão prova de que a imaginação humana é a grande criadora da realidade que nos cerca, como afirma Gleiser em seu livro Criação Imperfeita “somos a consciência do universo”.


Os Índios Hopi

                  hopi.jpg

Os índios Hopi, dos Estados Unidos, acreditam que a criação do universo se deu da seguinte forma:
“O primeiro mundo foi Tokpela. Mas antes, se diz, existia apenas o Criador, Taiowa. Todo o resto era espaço infinito. Não existia um começo ou um fim, o tempo não existia, tampouco formas materiais ou vida. Simplesmente um vazio incomensurável, com seu princípio e fim, tempo, formas e vida existindo na mente de Taiowa, o Criador. Então Ele, o infinito, concebeu o finito: primeiro Ele criou Sotuknang, dizendo-lhe: “Eu o criei, o primeiro poder e instrumento em forma humana. Eu sou seu tio. Vá adiante e perfile os vários universos em ordem, para que eles possam trabalhar juntos, de acordo com meu plano”. Sotuknang seguiu as instruções de Taiowa; do espaço infinito ele conjurou o que se manifestaria como substância sólida, e começou a moldar as formas concretas do mundo.”
(GLEISER, 1997:26)
Nesta história da criação, temos o infinito, Taiowa, criando o finito. Taiowa é como a figura absoluta de um ser-deus criador de tudo que existe com poderes ilimitados, assemelha-se à história do Gênesis em que Deus onipresente, onisciente e onipotente, cria o mundo e todo o universo como conhecemos.


Hinduismo

nataraj-3w.jpg
Representação de Shiva em sua dança cíclica
 Na religião hindu de tradição milenar e com bilhões de fiéis se somados os da Ásia e de todas as partes do mundo, a criação é um ciclo por si mesmo infinito, repetindo-se eternamente num ciclo de criação e destruição pela dança rítimica do deus Shiva.

“Na noite do Brama (a essência de todas as coisas, a realidade absoluta, infinita e incompreensível), a Natureza é inerte e não pode dançar até que Shiva assim o deseje. O deus se alça de seu estupor e, através de sua dança, envia ondas pulsando com o som do despertar, e a matéria também dança, aparecendo gloriosamente à sua volta. Dançando, Ele sustenta seus infinitos fenômenos, e, quando o tempo se esgota, ainda dançando, Ele destrói todas as formas e nomes por meio do fogo e se põe de novo a descansar.’’ (GLEISER, 1997:27)
Assim, parece mais crível aos adeptos do hinduísmo que o universo inteiro tenha um fim e um início, sobretudo quando os valores sociais tendem deturpar-se e se tornam alheios àqueles que compõem a doutrina da religião.


Pan Ku

unic2.jpg

O mito chinês de Pan Ku, o ser absoluto, ou sej
a, Deus, morre dando origem a tudo, uma visão de alteridade da divindade criadora. 
“A criação do mundo não terminou até que Pan Ku morreu. Somente sua morte pôde aperfeiçoar o Universo: de seu crânio surgiu a abóbada do firmamento, e de sua pele a terra que cobre os campos; de seus ossos vieram as pedras, de seu sangue, os rios e os oceanos; de seu cabelo veio toda a vegetação. Sua respiração se transformou em vento, sua voz, em trovão; seu olho direito se transformou na Lua, seu olho esquerdo, no Sol. De sua saliva e suor veio a chuva. E dos vermes que cobriam seu corpo surgiu a humanidade.” (GLEISER, 1997:29)
Os mais intrigantes na miríade dos mitos de criação, são os mitos de criação que não admitem criação, um paradoxo quase incompreensível, no entanto, partem da premissa de que o universo é eterno, não é cíclico, iniciado, nem terá fim. Uma religião originária da Índia, fundada por um contemporâneo de Buda, Maavira, do século VI a.C., chamada jainismo, tem a seguinte história que é contada por um jainista chamado Jinasena que viveu por volta do ano 900 d.C.


"Alguns homens tolos declaram que o Criador fez o mundo. 
A doutrina que diz que o mundo foi criado é errônea e deve ser rejeitada. 

Se Deus criou o mundo, onde estava Ele antes da criação? 

Se você argumenta que Ele era então transcendente, e que portanto não precisava de suporte físico, onde está Ele agora? 

Nenhum ser tem a habilidade de fazer este mundo — Pois como pode um deus imaterial criar algo material? 

Como pode Deus criar o mundo sem nenhum material básico?

Se você argumenta que Ele criou o material antes, e depois o mundo, você entrará em um processo de regressão infinita. 

Se você declarar que esse material apareceu espontaneamente, você entra em outra falácia, pois nesse caso o Universo como um todo poderia ser seu próprio criador. 

Se Deus criou o mundo como um ato de seu próprio desejo, sem nenhum -material, então tudo vem de seu capricho e nada mais — e quem vai acreditar numa bobagem dessas? 

Se Ele é perfeito e completo, como Ele pode ter o desejo de criar algo? 

Se, por outro lado, Deus não é perfeito, ele jamais poderia criar um Universo melhor do que um simples artesão. 

Se Ele é perfeito, qual a vantagem que Ele teria em criar o Universo? 

Se você argumenta que Ele criou sem motivo, por que essa é sua natureza, então Deus não tem objetivos. 

Se Ele criou o Universo como forma de diversão, então isso é uma brincadeira de crianças tolas, que em geral acaba mal. 

Portanto, a doutrina que diz que Deus criou o mundo não faz nenhum sentido.

Homens de bem devem combater os que creem na divina criação, enlouquecidos por essa doutrina maléfica. 

Saiba que o mundo, assim como o tempo, não foi criado, não tendo princípio nem fim, é baseado nos princípios, vida e Natureza. 

Eterno e indestrutível, o Universo sobrevive sob a compulsão de sua própria natureza, dividido em três seções— inferno, terra e firmamento."


A negação da criação está intrínseca à existência da divindade criadora. O que fica claro nos raciocínios apresentados pelo texto jainista.

Há ainda muitos outros mitos que tentam explicar a origem do universo, de onde viemos, para onde estamos indo, como será o nosso fim. De fato, acreditamos naquilo que mais se adapta aos nossos valores sociais e àquilo que aprendemos no convívio de nossas sociedades. O que fica claro, é que também a não crença baseia-se em um raciocínio aparentemente lógico que nem sempre condiz com a logicidade dentro da realidade que ora vivemos.

A ciência caminha de maneira rápida e sólida dando provas de que suas teorias são verossímeis e dignas de crédito. Contudo, não é o papel da ciência negar que as mais variadas crenças estão erradas ou corretas. Cabe a nós, seres humanos, refletirmos sobre nossa existência dando a ela o caráter que acreditamos, testificando a verdade dos nossos credos, seja na ciência ou nas religiões, dando significado à existência. Cumprindo nosso papel de consciência desse universo que nos abriga.

Fonte: http://lounge.obviousmag.org

22 de fevereiro de 2013

Jesus Extraterrestre


 

Está escrito na Bíblia: Jesus Cristo era um ET. Pelo menos assim interpretam as escrituras os defensores da teoria de que Jesus chegou ao nosso planeta num disco voador, tomou a forma humana e espalhou conhecimento alienígena no Oriente Médio. As lideranças religiosas esconderiam a verdade para não destruir as religiões da Terra. Mas o complô ganhou um inimigo em 2003. Dom Fernando Pugliese, bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira, disse acreditar na origem extraterrena de Cristo. Pronto. Um religioso aceitava a tese do escritor Erich von Däniken no livro Eram os Deuses Astronautas? (Melhoramentos, 2000): as divindades vieram do espaço.


Marcadores

2020 Abell 1689 Acidentes África AIDS Alemanha Alquimia Animais Ano Novo Antártida Anunnakis Aplicativos Internet Grátis Aquecimento Global Argentina Arqueologia Arqueologia Proibida Astronomia Atlântida Austrália Aviação Bizarro Boatos Bomba Boriska Brasil Bruxaria Bulgária Canadá Canibalismo Cavernas China Chupa-Cabra Cidade Fantasma Civilizações Codex Gigas Combustão Espontânea Comunicados e Atualizações Conselho dos Nove Conspirações Contos De Terror Coronavírus Criaturas Croácia Crop Circles Curiosidades Deep Web Dengue Descobertas Desmascarando a Bíblia Dinossauro Documentários Doenças Drogas Druidas Duendes Economia Egito El Dorado Elemento 115 Espiritualidade Esquizofrenia EUA Fantasmas Filmes Fim Do Mundo Física Fobias Fractais Geologia Gigantes Grande Grimório Gravidez Guerras HAARP Hacker Halloween Hipnose História Holanda Ilha De Páscoa Illuminatis Ilusão de óptica Indonésia Inglaterra Internet Grátis Inutilidades Invenções Irã Israel Itália Japão Kryptos Lago Vostok Lao Tsé Lemúria Lendas Linhas de Ley Listas Livros Lobisomem Lua Lugares Assombrados Maconha Magia Magia Negra Marte Massacre Medicina Meditação Melhores Posts Melquisedec Memória Akáshica Merlin Meteorologia México Missing Time Mistérios Mitologia MKUltra Monstros Marinhos Mundo Música Natal Natureza Navio Fantasma Nazismo Nibiru Notícias Nova Zelândia Origens Os Mundos Habitados Paleontologia Paquistão Paranormal Páscoa Peru Pirâmides Polônia Popocatépetl Postagens do Facebook e Twitter Psiphon Religião Rússia Saturno Sexta-Feira 13 Sobrenatural Sociedades Secretas Sol Sonho Lúcido Stonehenge Tags Tatuagens Tecnologia Teorias Terra Terra Oca TOC Triângulo das Bermudas Ufologia Viagem Temporal Vídeos Vimanas Xamanismo