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9 de maio de 2014

25 de julho de 2013

Pirâmides encontradas na Antártida

Cada vez aparecem mais evidências de civilizações avançadas num passado distante. Desta vez pesquisadores da Europa e dos EUA fizeram mais uma descoberta surpreendente, encontrando na Antártida três objetos parecidos com pirâmides. Além disso, os cientistas afirmam que os monumentos antigos são de origem artificial.

Os pesquisadores observam que uma pirâmide está localizada quase na costa, e mais duas - a 16 quilômetros da costa.

Até agora, a equipe não divulgou muitas informações sobre sua descoberta, embora algumas fotos vazaram na internet recentemente .








Fonte: Voz da Rússia, Chama Violeta, www.thoth3126.com.br

22 de maio de 2013

Nova pirâmide submersa é encontrada em Israel



No fundo do lago de Genesaré (também conhecido como Mar da Galileia), em Israel, cientistas descobriram uma antiga pirâmide. Sua idade é estimada em cerca de quatro mil anos! Segundo diz o Evangelho, neste lago pescavam os apóstolos André e Pedro.
Agora, os cientistas pretendem determinar a função da pirâmide. Segundo uma das versões, o edifício foi originalmente concebido como submarino e teria sido uma incubadora de peixe.

A construção gigantesca tem uma forma cônica. A altura do edifício é de 10 metros, e seu diâmetro é de cerca de 70. A pirâmide é formada por blocos de basalto e pedras. Cientistas acreditam que ela poderia muito bem ter sido construída por pessoas.

A probabilidade do surgimento de uma colina sob a influência de processos naturais é muito pequena, acreditam os pesquisadores. Eis os comentários de um cientista do Instituto de Arqueologia da Universidade de Haifa, Michael Eisenberg:

"O mar não cria tais formas. Este parece mais um edifício da Idade do Ferro ou até mesmo anterior. Na época, estruturas megalíticas eram construídas com grandes blocos de basalto quase não trabalhados. Havia muitos edifícios destes na Galileia. Mas para uma datação precisa da pirâmide é necessário encontrar produtos cerâmicos que, por enquanto, ainda não apareceram".

Mar da Galileia
                           

Quanto à função da estrutura – aqui os cientistas preferem não tirar conclusões precipitadas. Na opinião de Michael Eisenberg, não se trata de um análogo das famosas pirâmides egípcias ou dos zigurates da antiga Mesopotâmia:

"Pode ter sido um edifício de culto. Há que lembrar que naqueles dias enormes necrópoles e lugares de culto eram construídos da mesma forma. O mais provável é que seja um lugar de culto, como o conhecido Stonehenge, na Inglaterra. Recentemente, uma estrutura semelhante foi encontrada durante um estudo na Turquia. Elas são caracterizadas por um círculo megalítico – enormes pedras instaladas de uma determinada maneira em relação ao sol e às estrelas".

Provavelmente, a questão mais importante e difícil é saber quando poderia ter sido construído este edifício. Alguns cientistas não descartam que tal possa ter acontecido quando nesta zona ainda não existia lago.

Mas este é um ponto de vista muito controverso, nota o investigador principal do Instituto de Arqueologia da Academia de Ciências da Rússia, Leonid Belyaev:

"Enquanto não soubermos a data de construção do próprio edifício, não vale a pena fantasiar. Porque há três ou quatro mil anos o lago, claramente, existia. De que modo as suas margens mudaram ao longo de milénios, isso devemos perguntar aos peritos. Eu acho que é improvável que o nível do lago de Genesaré tenha baixado significativamente e subido em seguida. Então, pode presumir-se que a pirâmide seja muito mais antiga. Neste caso, é pouco provável que seja uma construção artificial".

Tais objetos submersos sempre causam um interesse elevado dos cientistas. Lembremos a busca da famosa Atlântida, que até agora não foi descoberta. É claro que, no caso da pirâmide no fundo do lago de Genesaré, a escala é completamente diferente mas quem sabe que descobertas farão os arqueólogos quando a submeterem a uma análise cuidadosa.

Fonte: Voz da Rússia

27 de abril de 2013

O Enigma das Pirâmides Amazônicas

 

No livro A Crônica de Akakor, o jornalista alemão Karl Brugger descreve uma das inúmeras lendas disseminadas na Amazônia sobre a existência de uma suposta civilização antiga que estaria localizada na Serra do Gupira, região do alto Rio Negro. Tal civilização, muito evoluída no passado, teria desaparecido antes mesmo do descobrimento do Brasil. Brugger conta que sua descoberta começou em 1971, numa rua de Manaus, onde o piloto suíço Ferdinand Schmidt conheceu Tatunka Nara, que afirmou ser nativo da tribo Urgha Mogulada, supostamente existente no interior do Amazonas.

Com informações fornecidas por Schmidt, o jornalista viajou para Manaus e contatou o indígena, que lhe fez revelações sobre sua tribo. Disse que era um príncipe e que na região existiam nada menos que três cidades habitadas por seu povo, chamadas Akahim, Akakor e Akanis. Em Akahim existiria um objeto grande e muito antigo, entregue há milhares de anos aos sacerdotes moguladas por “deuses vindos do céu”, segundo Nara. Tal artefato, de acordo com as tradições, começaria a “cantar quando os deuses retornassem a terra”.

Extremamente entusiasmado, Brugger partiu no nativo rumo ao interior da floresta, com o propósito de encontrar o que imaginava ser uma cidade pré-colombiana, ainda habitada por descendentes de seus fundadores e repleta de antiqüíssimas ruínas de templos e pirâmides. Quando retornou à civilização, no entanto, o jornalista mostrou-se reticente sobre suas descobertas, e somente em 1976 lançou seu livro, que narra a chegada à tribo Mogulada e seu contato com os nativos. Isso despertou o interesse de outros estudiosos em conhecer tal civilização perdida. Ao tomar conhecimento da história, também por Ferdinand Schmidt, o escritor Erich von Däniken se dirigiu a Manaus, em 1977, onde contatou Tatunka Nara. O nativo também lhe fez as mesmas revelações contadas antes a Brugger, porém acrescentou que o estranho objeto existente em Akahim estava, já há algum tempo, emitindo um ruído semelhante ao de enxames de abelhas. “Isso demonstraria que estaria próximo o momento em que os antigos deuses retornariam”, garantiu Nara. Empolgado com as notícias, Däniken encarregou Schmidt de acompanhar Nara até Akahim e obter o misterioso objeto cantante a qualquer custo. Foi organizada, então, uma nova expedição para explorar a cidade perdida, da qual participou também o renomado arqueólogo brasileiro Roldão Pires Brandão, que há algum tempo estava à procura de uma antiga civilização que considerava existir às margens de um dos afluentes do Rio Amazonas. Na 5ª Reunião Mundial da Ancient Astronaut Society, realizada em julho de 1978 em Chicago (EUA), Däniken teria informado aos participantes que esperava que a expedição obtivesse sucesso e trouxesse a prova tão aguardada de que um povo nativo estaria em contato com seres extraterrestres.

                             

Ruínas de Akahim — Infelizmente, pelos diversos percalços da viagem e problemas criados por Brandão, que foi baleado acidentalmente, isso não aconteceu e a expedição foi forçada a retornar estando a dois dias de distância de Akahim. Nessa mesma ocasião, passaram a correr rumores de que um grupo de estudiosos ingleses também estaria tentando chegar às ruínas, partindo da Venezuela. Temendo perder a primazia do descobrimento, Brandão comunicou à Impressa a existência de pirâmides no local (já avistadas anteriormente por Brugger), conseguindo que jornais, revistas e redes de tevê noticiassem sua suposta descoberta ao mundo. Uma equipe da revista Veja, por exemplo, sobrevoou a região da Serra da Gupira e, em 1º de agosto de 1979, divulgou uma reportagem de cinco páginas mostrando estruturas piramidais cobertas pela vegetação. Contudo, logo após a realização da reportagem, começaram a surgir versões diferentes para explicar as pirâmides.

Especialistas como o geógrafo Aziz Ab’Saber, diretor do Instituto de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), declaram que as formações piramidais eram, na realidade, apenas morros. “São importantíssimos documento geológicos comuns na região”, informou o cientista. O impasse sobre a origem das pirâmides estava criado, mas mesmo assim o assunto foi temporariamente esquecido. Em 08 de janeiro de 1984 o jornal O Estado de São Paulo reacendeu a discussão ao publicar um artigo assinado por um de seus correspondentes no Rio de Janeiro, em que eram apresentadas várias possíveis respostas para solucionar o problema. Ali estava relatado que o nativo Tatunka Nara seria apenas um ex-marinheiro alemão e neurótico de guerra que teria se estabelecido na Amazônia, onde criou a história fantástica das cidades perdidas, enganando a todos. Embora esta seja uma versão plausível para os acontecimentos, as questões sem resposta são muitas e fazem persistir as dúvidas.

Qual era o nome do marinheiro que virou Tatunka Nara? E que argumento teria levado o experiente repórter Karl Brugger a aceitar sua história sobre as cidades perdidas? Perguntas como essas ainda estão sem resposta e suscitam cada vez mais dúvidas quanto à existência das pirâmides e sua verdadeira origem. Estaríamos diante de meras formações geológicas ou monumentos alienígenas?

Fonte: http://www.ufo.com.br

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