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6 de abril de 2021

Os Lugares Mais Assombrados do Mundo #2



Um dos maiores medos das pessoas é, de fato, seres sobrenaturais. Não importa qual seja, o que não podemos tocar ou ver, nos amedronta muito. Esse é o caso dos temidos fantasmas. Já pensou se, nesse exato momento, tivesse um fantasma sentado ao seu lado? Qual seria a sua reação? Esses seres ganham ainda mais força em retratações cinematográficas, o que nos leva a ter uma visão a respeito e, é claro, aumentar o nosso medo.

Existem pessoas do mundo inteiro que retratam casos sobrenaturais e esses acontecem principalmente em determinados lugares. Cinemas, universidades, ferrovias e cemitérios estão entre os mais citados por usuários da internet ao retratarem uma experiência.

5 de abril de 2021

Os Lugares Mais Assombrados do Mundo #1


Você acredita? Ou você quer acreditar? Independentemente do que você pensa, se as atividades paranormais existem ou não, a maioria das pessoas tem um fascínio pelo lado negro…

Apresentamos à vocês o primeiro post da série "Os Lugares Mais Assombrados do Mundo".

Tem coragem?

4 de abril de 2021

O Misterioso Túmulo dos Chase

Chase_Crypt_1Web.jpg (400×300)


No século 18, o Walronds, uma rica família rica de plantadores construiram um Mausoléu  escavado na rocha em Christ Church, Barbados. Ela foi selada com uma porta de mármore maciço. O primeiro membro da família a ser enterrado lá foi a Sra. Thomasina Goddard, em 1807. Um ano mais tarde a capela foi comprada pela família Chase –  que comprou para enterrar duas filhas em 1808. Quando a tumba foi aberta novamente em 1812 para receber o corpo do pai, Thomas Chase, os caixões das meninas estavam de pé, de cabeça para baixo. Não havia sinal de arrombamento. A Tumba havia ficado lacrada desde a última abertura em 1808, o que haveria alterado as posições dos caixões? 

Myasnoi Bor – O Bosque Mais Temível da Rússia


Myasnoi bor encontra-se na região de Novogorod, no chamado Vale da Morte. É o local pantanoso de mata, onde durante a segunda guerra mundial morreram centenas de milhares de soldados. Em primeiro lugar do Segundo Exército de Choque e também do Wehrmacht e da “Divisão azul” espanhola.

Até agora nos locais mais ermos do bosque permanece uma enorme quantidade de seus restos mortais não sepultados. Vários destacamentos de buscas dedicam-se a procurá-los e sepultá-los. Marina Vasilieva, participante de um deles, contou à Voz da Rússia:

“A primeira coisa que notamos quando estamos ali é o silêncio incomum, eu diria até mesmo sinistro. No bosque não cantam pássaros. Parece que eles, simplesmente, não existem ali. Pântanos em toda parte. Um lugar sombrio. Às vezes, nos barrancos, vemos ossos de soldados não sepultados. Tudo isto pressiona a psique. Certa vez, quando nós voltávamos em um grupo, depois de escavações, ouvimos algo como o som de cargas explodindo e depois gritos, tiroteio. Mas não ficamos surpresos – destacamentos anteriores disseram que nós devíamos estar moralmente preparados para coisa semelhante. Tais casos acontecem com frequência em Myasnoi Bor.”

Alguns não apenas ouvem, mas também vêem o que ocorreu no bosque durante os combates. Não é por acaso que Myasnoi Bor (Bosque de Carne) é considerado uma das zonas mais conhecidas na Rússia, onde ocorrem chrono miragens.

Muitas coisas mais contaram sobre este local. Por exemplo, os habitantes locais estão convictos de que no bosque coexistem tranquilamente dois mundos paralelos. Que lá encontram com frequência fantasmas dos soldados mortos. Que no bosque pode-se andar somente à luz do dia e somente em companhia de várias pessoas. E depois do por do sol não há nada para se fazer lá – você desaparece e não lhe encontram mais.
Os habitantes locais também estão convictos de que o nome da aldeia e do próprio bosque inicialmente encerrava um mau agouro e não foi por acaso que atraiu os sangrentos combates em 1941-1942. 

Seja como for, Myasnoi Bor é uma zona geopatogênica. Há testemunhos de muitos fenômenos incomuns, que ocorreram ali antes e ocorrem até hoje. No bosque ouvem-se com frequência gritos de “hurra”, palavras em alemão e em espanhol. Ou um fantasma de soldado indica ao grupo de busca onde devem cavar para encontrar seus restos mortais. As pessoas inicialmente desmaiam com essa intervenção do além, mas depois, voltando a si, começam a cavar no lugar indicado e para a surpresa de todos encontram o que procuravam.

Não é por acaso que o povo acredita que somente quando o último dos soldados, que morreram ali, for enterrado segundo todas as leis divinas e humanas, o bosque Myasnoi Bor novamente será normal. Mas, por enquanto... este bosque permanecerá com o mais temível e místico bosque na Rússia.

4 de junho de 2013

O hospital abandonado onde as pessoas desaparecem




Moscou sempre atrai a atenção de milhões de habitantes de nosso planeta. Com certeza, toda pessoa que decide ir para a Rússia, visita esta enorme megalópole. É do conhecimento geral que Moscou conta com inúmeros monumentos arquitetônicos e lugares de interesse turístico, os quais simplesmente não se pode deixar de visitar. Mas também existem lugares que devem ser evitados, se você não desejar arriscar a própria vida, é claro.


Em qualquer cidade grande há lugares que gozam de má fama e inclusive famosos pelo desaparecimento de pessoas. O hospital abandonado de Khovrino, no norte de Moscou, é precisamente um desses tais locais. Alguns dizem que ele serviu de protótipo do centro médico recriado no filme hollywoodiano "O Hóspede Maldito" (Resident Evil), estrelado por Milla Jovovich, no qual se realizavam experiências com vírus terríveis; outros estão certos de que é o principal local místico da capital russa; e, finalmente, há também entusiastas que insistem em ser um portal de entrada para o mundo paralelo. 



Seja como for, há uma coisa absolutamente incontestável: ao longo de muitos anos, multidões de curiosos são atraídos por esse lugar, e muitos deles, ao ingressar no hospital abandonado, nunca mais conseguem sair.



No início da década de 1980, em Kovrino foi começada a construção de um grande hospital multifuncional. Um edifício de 11 andares deveria sediar o centro de saúde regional que possuiria 1.300 leitos, pessoal altamente qualificado e equipamento médico mais sofisticado. Contudo, os planos estavam condenados ao fracasso. 



Cinco anos mais tarde, quando todas as instalações hospitalares já estavam quase prontas, o projeto foi congelado por tempo indeterminado. Segundo a versão oficial, isso aconteceu por causa de erros cometidos durante a prospecção geológica ainda na fase de desenvolvimento do desenho. Posteriormente verificou-se que o solo não era suficientemente sólido, e o edifício começou a afundar pouco a pouco. No presente momento, o primeiro andar já se encontra completamete debaixo da terra e o porão todo está inundado por água.



O prédio do nosocômio não foi derrubado… Nos 28 anos subsequentes, ele se converteu não só em refúgio de satanistas, vagabundos e psicopatas, mas também em lugar de peregrinação de stalkers e fãs do turismo radical. Eis o que relatou um praticante do turismo industrial, Danila Veletsky:



“Eu moro quase a dois passos do hospital de Khovrino. Quando peguei a paixão pelo turismo industrial, as ruínas de nosso hospital foram, naturalmente, a primeira instalação que examinamos com a turma. Para dizer a verdade, eu não sou rapaz temeroso, mas lembro minhas primeiras impressões como se fosse ontem. O percebia com cada célula de minha pele… Não sei como expressá-lo… Como se alguém me estivesse espreitando da escuridão. E o ar, denso e pegajoso, me deprimia pesando sobre todo o corpo. Por fim, uma energética negativa. Não, é claro que, eu não acredito em fantasmas hospitalares que protagonizam boatos e estórias locais. Nunca os vi. Os sem-teto, sim, às vezes os deparamos. Um par de vezes topamos também com os satanistas. Celebravam aí quaisquer cerimônias, com velas acesas. Pois, nada mais que isso. O edifício fica já bastante arruínado, os poços de elevador estão abertos. Ouvi falar que dentro em breve vão derrubá-lo. Espero que na verdade seja assim. Um conhecido meu morreu aí por dar um passo em falso e cair no poço. Em resumo, é um lugar sinistro. Eu não aconselharia ir para lá sem prévia preparação e equipe.”

Hoje em dia, o prédio do hospital permanece sob vigilância. O terreno foi fechado por cerca de arame, mas as multidões de curiosos em visitar a “morada do mal” moscovita não se esgotam com o passar do tempo. A despeito de tudo, as pessoas encontram ou abrem buracos no cercado para entrar. Porém, às vezes não conseguem encontrar o caminho de volta.

16 de maio de 2013

Os lugares mais misteriosos da Rússia

Na Rússia existem centenas, se não milhares, de locais incrivelmente bonitos. Sua natureza e arquitetura são famosas em todo o mundo, mas poucos sabem que além deles existem também locais de outro tipo, que congelam o sangue e são dignos de se tornar enredo para filmes de terror.


O Triângulo de Molebka


Aldeia no triângulo de Molebka, que se encontra na região de Kishert, do território de Perm

A palma da vitória entre os turistas russos e estrangeiros, que procuram aventuras para sua desgraça, pertence ao chamado triângulo de Molebka, que se encontra na região de Kishert, do território de Perm. É uma das primeiras zonas de anomalias geológicas, descobertas no território da Rússia. As primeiras citações desse local maldito, que atrai todos os fenômenos paranormais possíveis, são datadas dos anos 30 do século XIX. Já então os camponeses locais contavam sobre estranhos aparelhos voadores e objetos brilhantes, que eles viam na região da aldeia Molebka. Mas a verdadeira "hora estelar" do triângulo de Molebka ocorreu em meados dos anos de 1980, quando durante caça de inverno o geólogo de Perm, Emil Batchurin, descobriu no meio da neve um círculo de 62 metros de diâmetro e escreveu detalhadamente a respeito em seu relatório. Timur Ivantsov conta que depois disto numerosas expedições científicas foram ao triângulo de Molebka, tentando decifrar este enigma.

"As pessoas viram com seus próprios olhos que discos voadores realmente voam lá, como aviões sobre aeroportos. Sendo que com regularidade invejável. Sobre o bosque e campos surgem periodicamente bolas brilhantes, que os habitantes locais chamaram de "laranjas de fogo". Gostaria de lembrar, a parte, do grande mal estar das pessoas que chegam a Molebka: praticamente todas são atacadas por prolongadas enxaquecas, a temperatura e a pressão arterial sobem e o corpo incha".


Montanha Dos Mortos


O passo Dyatlov, ou, como ainda o chamam, Montanha dos Mortos
                 
O segundo local que causa verdadeiro pavor pode ser considerado por direito o passo Dyatlov, ou, como ainda o chamam, Montanha dos Mortos. Ele se encontra no norte dos Urais, na fronteira da região de Sverdlovsk com a república Komi. Estão relacionadas com este local muitas histórias assustadoras e inexplicáveis, pois justamente ali muitas pessoas morreram em circunstâncias misteriosas. Como conta Timur Ivantsov:

"Na Rússia muitos lembram da tragédia ocorrida com a expedição de Igor Dyatlov em fevereiro de 1959. Um grupo de nove turistas não conseguiu escalar a montanha antes de escurecer e parou para dormir na encosta. À noite aconteceu o inexplicável: todo o grupo morreu. O inquérito descobriu que naquela noite os turistas semi-despidos cortaram as barracas e apavorados desceram correndo para a aldeia. A maioria morreu de frio, mas três estavam com costelas quebradas e a cabeça partida. Foi arrancada a língua de uma moça. Entretanto não havia equimoses e escoriações nos corpos. Mais do que isto, a pele de todos os mortos tinha uma estranha tonalidade vermelha, os cabelos ficaram grisalhos e no rosto havia uma máscara de horror. Os especialistas descobriram que o fundo de radiação na roupa dos mortos estava elevado em dez vezes. Então o caso foi abafado. E o que aconteceu naquela noite é um mistério até hoje".

O "Tá Duvidando?" tem um post completo sobre esse assunto. Você pode acessá-lo clicando AQUI.


Montanhas Medveditskaya


A cadeia de montanhas Medveditskaya, situada na região de Zhirnov na província de Volgogrado
             
A medalha de bronze entre os lugares mais temíveis da Rússia vai para a cadeia de montanhas Medveditskaya, situada na região de Zhirnov na província de Volgogrado. Este local é simplesmente um imã para os raios: raios esferoidais furiosos que voam sobre os campos, ou simplesmente fortes raios que facilmente cortam árvores pela metade e deixam marcas em pedras – são comuns para a cadeia de montanhas Medveditskaya. Acrescentamos a isto o solo contaminado com elevado fundo radioativo e mortes misteriosas periódicas de animais e entenderemos por que justamente este lugar encerra nosso "temível trio". Mas Timur Ivantsov conhece mais um segredo desse local:

"Túneis de origem desconhecida, situados a uma profundidade de cerca de 20 metros, com 10-12 metros de diâmetro. Os habitantes locais estão convictos de que lá se encontram base de UFOs ou cidade subterrânea de bandidos, onde estão escondidos tesouros roubados. Além de tudo isto vêm de baixo da terra fontes estranhas. Se num local a água é pura, em outro a fonte está totalmente envenenada".

Os cientistas ainda deverão descobrir porque no planeta existem zonas geo-patogênicas e porque elas concentram em torno de si tal quantidade de fenômenos paranormais. Mas já hoje cada um pode decidir se tornar fã de turismo radical ou permanecer como observador de fora.

Fonte: Voz da Rússia

1 de maio de 2013

Alienígenas e a maldição da Montanha dos Mortos

 

O caso ocorreu ao norte dos montes Urais na noite de 2 de fevereiro de 1959, na costa leste da montanha Kholat Syakhl na Rússia, cujo nome significa “Montanha dos Mortos”. Lendas locais já mencionavam o lugar como maligno. Em 1991, um avião caiu no local, onde também morreram nove pessoas.

O grupo formado para uma expedição ao norte das Urais, liderado por Igor Dyatlov, consistia de oito homens e duas mulheres, a maioria estudantes ou graduados do Instituto Politécnico de Ural (atualmente Universidade Técnica Estadual de Ural), mas uma das mulheres não prosseguiu, por problemas de saúde. Todos os integrantes possuíam experiência em excursões de esqui e expedições em montanhas.

Dez dias depois, quando os aventureiros não chegaram ao seu destino, equipes militares de resgate fizeram buscas na área. Encontraram o acampamento abandonado e uma barraca destruída. Investigadores concluíram que a barraca fora cortada e rasgada a partir de dentro, e que os montanhistas pareciam ter fugido apenas de meias ou descalços. Em 26 de fevereiro, as equipes de busca encontraram o acampamento abandonado. A barraca estava arruinada, e um conjunto de pegadas seguiam até a margem de um bosque próximo, estando cobertas por neve após 500 metros. Na beira da floresta, sob um grande e antigo pinheiro, foram encontrados os restos de uma fogueira, juntamente com os primeiros dois corpos, descalços e usando apenas roupa de baixo.

A busca pelos quatro esquiadores restantes levou mais de dois meses. Eles foram finalmente encontrados debaixo de quatro metros de neve, em uma ravina embrenhada na mata próxima. Um inquérito foi aberto imediatamente após o surgimento dos cinco primeiros corpos. Um exame médico não encontrou ferimentos que pudessem ter provocado as mortes, sendo concluído que todos morreram de hipotermia. Um dos corpos apresentava uma pequena fissura no crânio, inicialmente não considerada um ferimento fatal.

                       

O exame dos corpos restantes mudou completamente o cenário. Três deles apresentavam ferimentos fatais, sendo dois com fraturas cranianas e dois com extensas fraturas torácicas. A força necessária para provocar tais ferimentos teria de ser extremamente alta, com um dos especialistas comparando-a à força de uma colisão automobilística. O mais notável é que os corpos não traziam feridas externas, como se tivessem sido esmagados por um alto nível de pressão. Apenas um dos mortos tinha um ferimento externo considerável: estava sem a língua. A análise das roupas identificou que elas continham um elevado nível de radiação.

Os corpos foram descobertos por soldados soviéticos em vários estados que só podem ser descritos como de mutilação. Estavam queimados, alguns expostos à radiação, um deles teve a língua arrancada, e também estavam prematuramente envelhecidos. A pele deles estava laranja e o cabelo estava branco. Constatou-se que uma força desconhecida atingiu os montanhistas, muito seletiva porque não tocou a neve, as árvores, nem nada ao redor.

A explicação oficial foi de que os nove morreram de hipotermia, mas o investigador chefe se recusou a assinar o relatório e preferiu se retirar do inquérito. Um dos chefes foi afastado rapidamente da investigação por ser muito meticuloso e as autoridades queriam abafar o caso. Os corpos foram enterrados em caixões de zinco para que ninguém os visse.

Inicialmente, especulou-se que o povo indígena Mansi poderia ter atacado e assassinado o grupo por invadir seu território, mas as investigações indicaram que a natureza das mortes não suportaria tal tese; apenas as pegadas dos esquiadores eram visíveis, e eles não apresentavam sinais de combate corpo-a-corpo.

Anos depois, membros do grupo de busca deram seu testemunho: Segundo eles, na noite do incidente estranhas esferas alaranjadas pairavam no céu. Lev Ivanov, chefe da investigação, disse durante entrevista em 1990 que, nos meses de fevereiro e março de 1959, diversas testemunhas, incluindo militares e meteorologistas, haviam relatado a visão de “esferas voadoras brilhantes” na área. Ivanov afirmou, na mesma entrevista, que já na época do incidente imaginara haver algum tipo de relação entre os casos.

Evidências sugerem que o grupo foi obrigado a deixar o acampamento durante a noite, quando já estavam dormindo. Embora a temperatura estivesse muito baixa (por volta de -25° a -30°C), com tempestade e rajadas de vento, os mortos estavam apenas parcialmente vestidos. Alguns deles tinham apenas um sapato, enquanto outros usavam somente meias. Outros foram encontrados enrolados em pedaços de roupas rasgadas, aparentemente arrancadas daqueles que já haviam morrido.

O veredito final foi que todos os integrantes do grupo morreram devido a uma “força incontrolável desconhecida”. O inquérito foi oficialmente encerrado em maio de 1959 devido à “ausência de parte culposa”. Os documentos relativos ao caso foram então arquivados, sendo divulgados ao público somente na década de 1990, ainda assim em fotocópias com diversas partes ausentes.

Veja um vídeo sobre o assunto:



Fonte: AhDuvido

15 de fevereiro de 2013

O Mistério do Castelinho da Rua Apa - São Paulo


                           
                       

                     
                          



Rua Apa, esquina com a Avenida São João, bairro de Santa Cecília, São Paulo. Esse é o endereço do castelinho. No dia 12 de maio de 1937 os três donos do castelinho foram encontrados mortos: Álvaro, Armando e Maria Cândida.

Álvaro tinha viajado e voltou com a ideia de transformar o antigo Cine Broadway, que pertencia a família, em um lugar pra patinação. O irmão Armando era contrário a ideia alem de ter achado algumas notas promissórias no nome de Álvaro.No dia 12 de maio de 37 os três foram encontrados mortos. Muitos deram o caso como assassinato seguido de suicídio. Álvaro teria matado o irmão por não concordar com a ideia do rinque de patinação na versão contada pela polícia.

Só que haviam alguns pequenos problemas: Os corpos dos irmãos estavam posicionados de forma paralela entre eles, e por que a mãe tinha sido morta? O cabo da arma usada nunca foi encontrado, e não teria como Alvaro ter suicidado com dois tiros de acordo com as perfurações.

Armando foi encontrado morto e com olhos abertos, quem cuida desses casos diz que a pessoa morre de olhos abertos quando são mortas de surpresa. As balas que mataram os três tinham calibres diferentes, uma das balas provinha de uma pistola Mauser alemã 9mm, que era de Álvaro, e de uma Magnum Parabello, que nunca foi encontrada.

Segue a foto dos corpos dos irmãos tal qual foram econtrados:


                                    




A parte sobrenatural

Dizem que depois disso todas as pessoas que tentaram passar a noite dentro do castelinho disseram ouvir vozes e barulhos estranhos.

Um comediante de renome, Ankito (Anchinzes Pinto), morou no castelinho em 1944 e disse que era normal ouvir vozes, barulhos estranhos, pessoas na escada durante a noite, portas se abrindo, até encontrar torneiras abertas quando acordava, mas como dizia não ter medo, morou por um bom tempo lá. Depois uma família se mudou pra lá, e disse que também ouvia as mesmas coisas.

 O número do castelinho é 236, e somando esses números temos o número 11, que é o número da magia e do sobrenatural.

O "Castelinho da rua Apa" é uma das lendas urbanas paulistanas mais conhecidas.

Veja alguns vídeos sobre o assunto:








Fonte: Medob

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