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24 de junho de 2014

Tubulação de Ferro com Mais de 150.000 Anos na China


Oopart (do inglês ‘out of place artifact’, ou artefato fora de lugar) é um termo aplicado para dezenas de objetos pré históricos encontrados em vários lugares ao redor do globo que parecem mostrar um nível de avanço tecnológico incongruente com a época em que foram feitos  Ooparts muitas vezes frustram cientistas convencionais, empolgam investigadores aventureiros abertos às teorias alternativas e provocam debates

Numa misteriosa pirâmide na Província chinesa de Qinghai, próxima ao Monte Baigong, há três cavernas repletas de canos que levam ao um lago salgado próximo ao local.  Também há canos sob o leito do lago e nas suas margens.  Os canos de ferro variam em tamanho, com alguns sendo mais finos do que um palito de dentes.  O mais estranho de tudo isso é que eles podem ter 150.000 anos de idade.

20 de janeiro de 2014

Incríveis cidades submersas


Nenhum grande cidade pode existir para sempre. Eventualmente, elas podem cair. Algumas devido à guerra, outras o desastre. Mas as mais pungentes cidades em ruínas são aquelas que foram varridas para debaixo do oceano. Aqui estão algumas das mais belas cidades submersas do mundo.

25 de julho de 2013

Povo Nuvem - A civilização branca da amazônia



Uma cidade perdida descoberta nas profundezas da floresta amazônica pode desvendar os segredos de uma tribo lendária.

Pouco se sabe sobre o Povo Nuvem, do Peru, uma antiga civilização de pele branca dizimada por doenças e guerras no século XVI. Mas, recentemente os arqueólogos descobriram uma cidade fortificada em uma área remota e montanhosa do Peru, conhecida por sua beleza natural e isolamento. Acreditasse que esta descoberta pode finalmente ajudar os historiadores a descobrir os segredos dos "guerreiros brancos das nuvens".

A tribo tinha pele branca e cabelos loiros - o que intriga os historiadores, já que não á ascendência européia (caucasiana) conhecida na região (1), onde a maioria dos habitantes apresenta pele escura.

A cidadela está escondida em uma das áreas mais distantes da Amazônia. Ela se assenta na borda de um abismo que a tribo pode ter utilizado como um mirante como um mirante para espionar os inimigos.

                                        
                                       

O assentamento principal é composto por casas circulares de pedra coberta por selva ao longo de 12 hectares, de acordo com o arqueólogo, Bento Giocochea Perez. Pinturas rupestres cobrem algumas das fortificações ao lado das habitações. São plataformas que teriam sido usadas para moer sementes e plantas para alimentos e medicamentos. O Povo Nuvem uma vez comandou um vasto reino que se estendeu através dos Andes para as margens norte da selva amazônica peruana, antes de serem conquistados pelos Incas.

                              

Nomeados assim porque viviam entre as partes da florestas repletas de nuvens e névoa, a tribo, mais tarde se uniu aos colonizadores espanhóis para derrotar os Incas. Mas eles foram vencidos por epidemias de doenças europeias como o sarampo e a varíola.



Grande parte do seu modo de vida, que remonta ao século IX, foi destruído pela pilhagem, deixando pouco a ser examinado pelos arqueólogos. Restos de sua civilização já haviam sido achados anteriormente, mas os cientistas tem esperanças de encontrar novos artefatos, através de uma expedição ao Distrito de Jacalma em Utcubamba, província peruana, cerca de 500 km á noroeste da capital, Lima. Até recentemente, muito do que se sabia a respeito da civilização perdida, provinha de lendas Incas.



Até mesmo o nome ao qual eles chamavam a si próprios é desconhecido. Os Chachapoyas ou, "Povo Nuvem", foi o nome dado pelos Incas. Sua cultura é mais conhecida através da Fortaleza de Kuellap, no topo de uma montanha em Utcubamba, que só pode ser comparada, em escala, á Inca, Machu Picchu, construída centenas de anos mais tarde. Dois anos atrás, os arqueólogos encontraram uma câmara mortuária dentro de uma caverna subterrânea com cinco múmias. Duas intactas com pele e cabelo. 


Um cronista dos Chachapoyas, Pedro Cieza de Leon, escreveu sobre a tribo: 
"Eles são brancos e as mais bonitas das pessoas que eu já vi. E suas mulheres tão bonitas que, por causa de sua bondade, muitos deles "mereceram" ser esposas Incas e também sendo levados ao Templo do Sol. As mulheres e seus maridos sempre vestidos com roupas de lã e em suas cabeças usando seus llautos (espécie de turbante de lã) características que os faziam ser reconhecidos em qualquer parte."
O território dos Chachapoyas foi localizado na região do norte dos Andes, no atual Peru. Abrangeu a região triangular formada pela confluência do Marañón e os rios Utcubamba, na zona de Bagua, até a bacia do Rio Abiseo. O curso do Marañón e do seu terreno montanhoso abriga uma região relativamente isolada.

Fonte: http://gnosisdissidente.blogspot.com.br, http://atwabrasil.com

27 de abril de 2013

O Enigma das Pirâmides Amazônicas

 

No livro A Crônica de Akakor, o jornalista alemão Karl Brugger descreve uma das inúmeras lendas disseminadas na Amazônia sobre a existência de uma suposta civilização antiga que estaria localizada na Serra do Gupira, região do alto Rio Negro. Tal civilização, muito evoluída no passado, teria desaparecido antes mesmo do descobrimento do Brasil. Brugger conta que sua descoberta começou em 1971, numa rua de Manaus, onde o piloto suíço Ferdinand Schmidt conheceu Tatunka Nara, que afirmou ser nativo da tribo Urgha Mogulada, supostamente existente no interior do Amazonas.

Com informações fornecidas por Schmidt, o jornalista viajou para Manaus e contatou o indígena, que lhe fez revelações sobre sua tribo. Disse que era um príncipe e que na região existiam nada menos que três cidades habitadas por seu povo, chamadas Akahim, Akakor e Akanis. Em Akahim existiria um objeto grande e muito antigo, entregue há milhares de anos aos sacerdotes moguladas por “deuses vindos do céu”, segundo Nara. Tal artefato, de acordo com as tradições, começaria a “cantar quando os deuses retornassem a terra”.

Extremamente entusiasmado, Brugger partiu no nativo rumo ao interior da floresta, com o propósito de encontrar o que imaginava ser uma cidade pré-colombiana, ainda habitada por descendentes de seus fundadores e repleta de antiqüíssimas ruínas de templos e pirâmides. Quando retornou à civilização, no entanto, o jornalista mostrou-se reticente sobre suas descobertas, e somente em 1976 lançou seu livro, que narra a chegada à tribo Mogulada e seu contato com os nativos. Isso despertou o interesse de outros estudiosos em conhecer tal civilização perdida. Ao tomar conhecimento da história, também por Ferdinand Schmidt, o escritor Erich von Däniken se dirigiu a Manaus, em 1977, onde contatou Tatunka Nara. O nativo também lhe fez as mesmas revelações contadas antes a Brugger, porém acrescentou que o estranho objeto existente em Akahim estava, já há algum tempo, emitindo um ruído semelhante ao de enxames de abelhas. “Isso demonstraria que estaria próximo o momento em que os antigos deuses retornariam”, garantiu Nara. Empolgado com as notícias, Däniken encarregou Schmidt de acompanhar Nara até Akahim e obter o misterioso objeto cantante a qualquer custo. Foi organizada, então, uma nova expedição para explorar a cidade perdida, da qual participou também o renomado arqueólogo brasileiro Roldão Pires Brandão, que há algum tempo estava à procura de uma antiga civilização que considerava existir às margens de um dos afluentes do Rio Amazonas. Na 5ª Reunião Mundial da Ancient Astronaut Society, realizada em julho de 1978 em Chicago (EUA), Däniken teria informado aos participantes que esperava que a expedição obtivesse sucesso e trouxesse a prova tão aguardada de que um povo nativo estaria em contato com seres extraterrestres.

                             

Ruínas de Akahim — Infelizmente, pelos diversos percalços da viagem e problemas criados por Brandão, que foi baleado acidentalmente, isso não aconteceu e a expedição foi forçada a retornar estando a dois dias de distância de Akahim. Nessa mesma ocasião, passaram a correr rumores de que um grupo de estudiosos ingleses também estaria tentando chegar às ruínas, partindo da Venezuela. Temendo perder a primazia do descobrimento, Brandão comunicou à Impressa a existência de pirâmides no local (já avistadas anteriormente por Brugger), conseguindo que jornais, revistas e redes de tevê noticiassem sua suposta descoberta ao mundo. Uma equipe da revista Veja, por exemplo, sobrevoou a região da Serra da Gupira e, em 1º de agosto de 1979, divulgou uma reportagem de cinco páginas mostrando estruturas piramidais cobertas pela vegetação. Contudo, logo após a realização da reportagem, começaram a surgir versões diferentes para explicar as pirâmides.

Especialistas como o geógrafo Aziz Ab’Saber, diretor do Instituto de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), declaram que as formações piramidais eram, na realidade, apenas morros. “São importantíssimos documento geológicos comuns na região”, informou o cientista. O impasse sobre a origem das pirâmides estava criado, mas mesmo assim o assunto foi temporariamente esquecido. Em 08 de janeiro de 1984 o jornal O Estado de São Paulo reacendeu a discussão ao publicar um artigo assinado por um de seus correspondentes no Rio de Janeiro, em que eram apresentadas várias possíveis respostas para solucionar o problema. Ali estava relatado que o nativo Tatunka Nara seria apenas um ex-marinheiro alemão e neurótico de guerra que teria se estabelecido na Amazônia, onde criou a história fantástica das cidades perdidas, enganando a todos. Embora esta seja uma versão plausível para os acontecimentos, as questões sem resposta são muitas e fazem persistir as dúvidas.

Qual era o nome do marinheiro que virou Tatunka Nara? E que argumento teria levado o experiente repórter Karl Brugger a aceitar sua história sobre as cidades perdidas? Perguntas como essas ainda estão sem resposta e suscitam cada vez mais dúvidas quanto à existência das pirâmides e sua verdadeira origem. Estaríamos diante de meras formações geológicas ou monumentos alienígenas?

Fonte: http://www.ufo.com.br

25 de abril de 2013

As Misteriosas Linhas De Nazca



As Linhas de Nazca são um conjunto de geoglifos antigos localizada no deserto de Nazca, no sul do Peru. 

O alto planalto árido se estende por mais de 80 km entre as cidades de Nazca e Palpa nos Pampas de Jumana, cerca de 400 km ao sul de Lima. Embora alguns geoglifos locais lembrem a cultura de Paracas, estudiosos acreditam que as Linhas de Nazca foram criados pela civilização de Nazca entre 400 e 650 d.C.

Depois que as pessoas começaram a viajar de avião sobre a área em 1930 e viram as Linhas de Nazca, os antropólogos começaram a estudá-las. Uma das principais questões que deixaram os estudiosos mais intrigados foi a maneira como essas linhas foram construídas.

                              

As linhas são desenhos rasos feitos no chão, removendo as pedras avermelhadas onipresentes na região e descobrindo o chão esbranquiçado por baixo. Centenas são simples linhas ou formas geométricas, com mais de setenta desenhos de animais, aves, peixes ou figuras humanas. Os maiores têm mais de 200 metros de diâmetro.

Os estudiosos teorizam que o povo de Nazca poderia ter usado ferramentas simples e equipamento de levantamento para a construção das linhas. Estudos descobriram estacas de madeira no chão no final de algumas linhas, que apoiavam esta teoria. Uma dessas estacas foram datadas por radiocarbono para o estabelecimento da idade dos desenhos. 

                               

Alguns pensam que é misterioso o fato das figuras terem permanecido intactas durante centenas de anos. Contudo, a geologia da área resolve este mistério.

A superfície do deserto, constituída somente por pedras de coloração escura aumenta a absorção do calor. A camada de ar quente resultante junto à superfície funciona como uma capa contra o vento. Enquanto isso, os minerais do solo ajudam a solidificar as pedras. Neste "pavimento" assim criado neste ambiente seco e sem chuvas, a erosão é praticamente nula - permitindo assim a notável preservação dos desenhos.


O Propósito

Os arqueólogos, etnólogos e antropólogos têm estudado a antiga e complexa civilização de Nazca para tentar determinar o efeito das linhas e figuras. Uma teoria é que o povo Nazca criou tais figuras para que pudessem ser vistos por seus deuses no céu. 

Os pesquisadores Kosok e Reiche propõem um objetivo relacionado com a astronomia e cosmologia: as linhas tinham a intenção de atuar como uma espécie de observatório, para apontar para os lugares no horizonte onde o sol e outros corpos celestes nascem ou se põem. 

                               

Em 1985, o arqueólogo Johan Reinhard teorizou que as linhas e as figuras eram parte das práticas religiosas que envolvem o culto à divindades associadas com a disponibilidade de água.

G. von Breunig pensa que as linhas eram usadas para corridas a pé. Ele examinou as linhas curvas e concluiu que tinham sido parcialmente formadas por corridas contínuas.

O antropólogo Paul Kosok defendeu durante pouco tempo que as linhas eram de um sistema de irrigação, mas rejeitou a ideia pouco depois. Especulou então que as linhas formavam um gigantesco calendário

Maria Reiche, uma emigrante alemã e aluna do arqueólogo Julio Tello da Universidade de San Marcos, Reiche identificou muitos alinhamentos astronômicos, que, caso os Nazca os conhecessem, seriam muito úteis para as suas semeaduras e colheitas

                              

Seu tamanho e propósito levou alguns a especularem que tinham sido visitantes de outro planeta para serem usadas como "aeroporto" para naves extra terrestres.
A teoria extraterrestre é proposta principalmente por aqueles que consideram difícil de acreditar que uma raça de "índios primitivos" poderia ter a inteligência de conceber tal projeto.

Figuras similares aos gigantes de Nazca decoram a olaria encontrada em locais fúnebres próximos e é visível dos seus cemitérios que os Nazca se preocupavam com a morte. Restos mumificados enchem o deserto, abandonados por caçadores de túmulos. Seria este um local de rituais para garantir a imortalidade dos mortos? 

Diante de tantas especulações, só nos resta esperar que algum dia esse mistério seja resolvido, assim como esperamos pela revelação de tantos outros já citados aqui no blog. Comente!

11 de abril de 2013

Boriska - O Garoto De Marte

                         

Boriska é um garoto russo que afirma ter vivido em Marte e que está encarnado atualmente na Terra. Apesar de parecer algo fora da realidade, temos que avaliar alguns fatos para podermos chegar a alguma conclusão.

O garoto nasceu na cidade russa de Volzhskii, em um hospital público de um subúrbio, no dia 11 de Janeiro de 1996. Sua mãe é dermatologista e trabalha em uma clínica pública. Seu pai é funcionário publico aposentado.

A mãe de Boriska relata que seu parto foi muito rápido, e que praticamente não sentiu dores. Ela diz que 15 dias após Boriska nascer, ele já podia manter a cabeça ereta. Aos 4 meses, pronunciou a primeira palavra: baba (papai). Com 7 meses, ele conseguiu formar sua primeira frase:  “eu quero um prego”, após ver um prego encravado na parede.

Com um ano e cinco meses, o bebê já conseguia ler jornais, e com dois anos começou a pintar. Nessa época, os pais levaram o menino em um centro de puericultura, e os professores ficaram impressionados com a capacidade intelectual do menino, que com pouco mais de dois anos já falava em sistemas planetários, vida fora da Terra, coisas sobre astronomia – algo praticamente inconcebível para uma criança de dois anos. Quando já adolescente, conseguia descrever e fazer cálculos de física e dominava assuntos relacionados com química e astronomia, coisas que só pessoas muito preparadas são capazes de fazer.

Segundo a mãe do garoto, ele tinha algo que parecia surtos de memória, que nunca eram repetidos novamente, logo ele voltava ao seu vídeo-game e esquecia tudo.


Boriska dizia que em uma encarnação anterior teria habitado o planeta Marte. Uma catástrofe teria destruído sua atmosfera, e hoje ainda restam alguns seres que vivem em cidades subterrâneas do planeta, e a taxa de natalidade no planeta vem aumentado a cada ano. O garoto disse ainda que quando viveu em Marte teria vindo muitas vezes a Terra, no tempo dos lemurianos, e que o continente de Lemúria teria sido destruída por uma catástrofe, sendo engolida pelo mar. Algumas missões que foram a Marte e fracassaram, segundo Boriska, foram devido a transmissão de sinais para destruir essas sondas, já que elas possuem radiação maléfica ao planeta.

A partir de suas gravações foram arquivadas lembranças curiosas narradas por Boriska sobre cataclismas graves em Marte. Por exemplo, ele insiste em que as últimas centenas de milhares, ou mesmo milhões de anos, havia sérios problemas com água. Marte começou a perder a sua atmosfera e água. Boriska disse que havia naves especiais que foram para o planeta mais próximo, a Terra, para conseguir água. Pareciam cilindros e serviam como naves-mãe.

Certa vez, enquanto assistia a um programa de TV no Canal Discovery, ele começou a falar com grande entusiasmo sobre a civilização Gray:
"Eles não são marcianos. Nós não somos assim, estamos mais perto de lemurianos e atlantes. Nós até tivemos que lutar contra eles, porque eles são os agressores. Nossa raça foi tipo, menos agressiva e mais intelectual, podíamos até usar energia psíquica..."       Disse Boriska.

O garoto inclusive fez algumas previsões, dizendo que será descoberta uma outra esfinge, e que lá se encontra um novo conhecimento, que segundo ele deve mudar muitas coisas na Terra. De acordo com Boriska, a Esfinge possui um mecanismo atrás da orelha, que a faz abrir.


Interessantemente, Boriska acha que agora finalmente chegou o tempo para que os seres especiais nasçam na Terra.
"O renascimento do planeta se aproxima. Novos conhecimentos virão em grande quantidade, trazendo uma mentalidade diferente para os terráqueos."
                          

 Veja um trecho de uma entrevista realizada em 2008 com o garoto e sua família:


- Como é que você sabe sobre essas crianças dotadas e por que isso ira acontecer? Tem consciência de que eles são chamados de "índigos"?

"Eu sei que elas estão a nascer. No entanto, eu não conheço ninguém em minha cidade ainda. Talvez possa ser esta menina chamada Yulia Petrova. Ela é a única pessoa que acredita em mim. Outros simplesmente riem das minhas histórias.
Algo vai acontecer na terra, é por isso que estas crianças serão importantes. Elas serão capazes de ajudar as pessoas. Os pólos vão se inverter. A primeira grande catástrofe com um dos continentes acontecerá em 2009. Próxima acontecerá em 2013 e será ainda mais devastadora."


- Não sente medo que a sua vida também possa terminar como resultado dessa catástrofe?

"Não. Não receio nem um pouco. Eu vivi uma catástrofe em Marte uma vez. Ainda vivem ali pessoas como nós. Porém, após a guerra nuclear, tudo queimou-se. Algumas dessas pessoas conseguiram sobreviver. Eles construíram abrigos e novos armamentos. Ocorreu também um deslocamento de continentes lá, embora o continente não era tão grande. Os Marcianos respiram gás. Em caso deles regressarem ao nosso planeta, teriam de ficar próximos a canos de descarga e inspirar a fumaça."


- Você prefere respirar oxigênio?

"Uma vez possuindo este corpo, tem-se que respirar oxigênio. No entanto, marcianos não gostam deste ar, o ar da terra, porque causa envelhecimento. Marcianos são relativamente jovens, com cerca de 30-35 anos. A quantidade dos bebes marcianos aumentará anualmente."


- Porque nossas sondas espaciais desaparecem ou falham antes de chegar a Marte?

"Marte transmite sinais especialmente destinados a destruí-las. Tais missões contem radiação maléfica."


Essa última resposta de Boriska confirma ainda mais a veracidade de seus relatos, pois em 1988, um residente de Volzhskii, Yuri Lushnichenko, um homem com poderes extra-sensoriais, tentou alertar as autoridades soviéticas sobre a queda inevitável das primeiras missões soviéticas a Marte, "Fobos 1" e "Fobos 2".

Ele também mencionou esse tipo de radiação desconhecida e maléfica sobre o planeta. Obviamente, ninguém o levou a sério.

Agora você deve estar se perguntando, onde foi parar esse garoto, como ele está vivendo, como está seu desenvolvimento intelectual ou o que mudou em sua vida. Para tristeza de todos, Boriska ja não fala mais sobre esses assuntos. Muito provavelmente as dificuldades de nossa realidade terrena está fazendo isso acontecer. 

Como de costume, pessoas de todo o mundo reagiram com ciúmes e inveja do garoto. Por várias vezes ele apanhou na rua e foi insultado diversas vezes, e para aprender a se defender ele teve que aprender a lutar. Tudo isso deixou-o extremamente triste. As pessoas começaram a tratar Boriska de uma maneira totalmente diferente após ele se tornar uma celebridade.

Hoje em dia a única distração de Boriska é a tela do computador onde fica jogando diariamente. Quando alguém tenta falar com ele sobre qualquer assunto, é praticamente ignorado. Agora Boriska é uma pessoa reservada e de poucos amigos. 

A abertura e a ingenuidade do garoto talvez tenha tido um papel negativo em seu destino. Mas não podemos deixar de lado a possibilidade de acobertamento, talvez esse garoto e sua família tenham sido "obrigados a se calar", pois é o que sempre acontece em todo o mundo quando se trata de assuntos "inexplicáveis" como esse, não é mesmo? Comente!


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8 de abril de 2013

O Mistério De Stonehenge

 

Na planície de Salisbury, sul da Inglaterra, é que se ergue esse estranho e indecifrável complexo monolítico chamado Stonehenge, um enigma tão grande quanto ao das pirâmides.

Stonehenge é o monumento pré-histórico mais importante da Inglaterra e não há nada semelhante à ele em todo o mundo. Este altar de pedras tem sido usado há 5000 anos e até hoje não se tem certeza absoluta qual era sua finalidade. Rituais Druidas, cerimônias em homenagem ao sol, ou portal para seres de outros planetas são algumas das possibilidades sempre lembradas.

Os saxões chamavam ao grupo de pedras erectas "Stonehenge" ou "Hanging Stones" ( pedras suspensas), enquanto os escritores medievais se lhes referem como "Dança de Gigantes".

As “pedras azuis” usadas para construir Stonehenge foram trazidas de até 400 km de distância, nas montanhas de Gales, com direito a travessia marítima, quando não faltavam pedreiras na vizinhança. Algumas pesam 50 toneladas e tem 5 metros de altura. Se alguém traçar uma linha no chão, passando no meio do círculo formado pelas pedras, vai ver que esta linha aponta para a posição do nascer do sol de verão.



A mais antiga referência ao monumento, supõe-se, é a que faz o grego Hecateu de Abdera na sua História dos Hiperbóreos, datada de 350 A.C. ergue-se um templo notável, de forma circular, dedicado a Apolo, Deus do Sol...

O monumento é um exemplo clássico das civilizações megalíticas. Cientistas afirmam que Stonehenge foi construído entre os anos 2800 e 1100 a. C., em três fases separadas: 

1ª Fase : (Morro Circular), que conhecemos como o círculo externo de Stonehenge e dos três círculos de buracos, cinqüenta e seis ao todo, que cercam o monumento.

As quatro "pedras de estação" que se supõe terem sido utilizadas como um Observatório Astronômico, o objetivo aparente seria observar o nascer e o por do Sol e da Lua, visando elaborar um calendário de estações do ano. 

2ª Fase : que iniciou em 2100 a . C., houve a construção do duplo círculo de pedras, em posição vertical no centro do monumento, bem como da larga avenida que leva a Stonehenge e da margem externa das planícies cobertas de grama que o rodeiam.

 Na Terceira e última fase, o duplo círculo de pedras foi separado e reconstruído, sendo erguidos muitos dos trílitos.


Originalmente Stonehenge era um círculo externo media 86 m de diâmetro. O círculo interno,com as pedras maiores, media 30 m. Havia ainda uma avenida de acesso principal onde ficavam os portais de pedra, marcando o alinhamento do sol e os ciclos da lua. Analisando-se as pedras viu-se que elas foram cortadas para encaixar exatamente uma na outra, o que é incrível, já que na época não existiam ferramentas de construção com esta precisão.



Ao meditar sobre os mistérios de Stonehenge, vale lembrar que, naquela época, diferentes tribos e autoridades contribuíram para a construção de Stonehenge. Cada um pode ter tido objetivos diferentes para construir o monumento.

Alguns relatos históricos contam que os Druidas, uma tribo Celta que habitou a região da Inglaterra durante o império Romano fizeram cerimônias aqui, mas é certo que não foram eles que construíram Stonehenge, pois o monumento já existia quando os Druidas chegaram à Inglaterra, a datação pelo carbono-14 prova isto. Eles apenas herdaram a tradição, costumes e rituais dos primeiros moradores deste lugar.

Acredita-se que Stonehenge e outros sítios megalíticos hajam sido construídos pelos antepassados dos Druidas deste milênio, por acreditarem que fossem lugares de grande força para concretizarem seus rituais...em vez de templos fechados eles reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.



Durante séculos, Stonehenge foi cenário de reuniões de camponeses e nos últimos 90 anos os "Druidas" modernos celebraram aqui o solstício de Verão. Durante aproximadamente 20 anos, milhares de pessoas se reuniam no local todos os meses de junho para assistirem ao festival que aí tem lugar. Mas em 1985 as autoridades proibiram tanto a vinda dos Druidas como o festival em si, receosas de que as pedras, assim como a paisagem circundante, possam ser danificadas

Diversas pedras de Stonehenge tem desenhos ou inscrições feitas pelas antigas civilizações, embora já estejam bastante apagadas pelo tempo. Como o local não fica longe de Londres, há diversas excursões de um dia que vão até lá. Se você está de carro, Stonehenge fica duas milhas à oeste de Amesbury, quase na junção das estradas A303 e A344.

O fim de Stonehenge aconteceu por volta do ano 1600 AC. Foi a partir daí que começou sua destruição. Apesar do tamanho enorme, muitas das pedras desapareceram. As menores foram carregadas por visitantes que queriam levar uma "lembrança". A partir de 1918 o local começou a ser recuperado, e muitas das grande pedras que estavam inclinadas e ameaçando tombar foram reerguidas. Atualmente, o lugar é administrado pelo English Heritage, e como o número de visitantes é de cerca de 700.000 por ano, foram tomadas medidas mais rigorosas para garantir a preservação de Stonehenge.



Ao redor do monumento principal existem outras obras intrigantes. Afastado de Stonehenge, 800 m ao norte está o chamado Cursum. Semelhante à uma pista reta de corridas de cavalos, com 2,8 km de comprimento e 90 m de largura, imagina-se que ele também era usado em cerimoniais religiosos e procissões. Alguns adeptos do estudo dos OVNI afirmam entretanto que seu objetivo era servir como pista de pouso para naves interplanetárias.



Depois da visita à Stonehenge, ficam muitas dúvidas, algumas suposições, e poucas certezas. 

Porque trouxeram pedras tão imensas e pesadas de tão longe, exatamente para aquele lugar? 

Quem de fato construiu o monumento e porque? Sozinhos ou tiveram ajuda de alguma outra civilização? 

Que civilizações eram estas, que já na pré-história tinham conhecimentos tão profundos de astronomia, engenharia, e matemática? 

Teria sido Stonehenge realmente construído com ajuda de povos vindos de outros planetas, ou isto tudo não passa de ficção?

Fonte: http://www.cubbrasil.net

1 de abril de 2013

As Misteriosas Ruínas De Puma Punku

 

Puma Punku ou Pumapunku é um sítio arqueológico composto de um grande complexo de templos e monumentos, localizado a quase 4 mil metros acima do nível do mar, em Tiwanaku, Bolívia. O nome Puma Punku é originário da língua Aymarae significa "A Porta da Puma". Esse é um importante sítio arqueológico tanto para historiadores, como para ufólogos.

O sítio principal, possui 167 metros de comprimento e 116 metros de largura. A borda leste de Puma Punku é ocupada pela “Plataforma Lítica”, um terraço de pedra de 6,75 por 38,72 metros de dimensão. Este terraço é pavimentado com múltiplos blocos de pedra enormes. A Plataforma Lítica contém a maior pedra encontrada em todo o sítio arqueológico de Puma Punku.

Determinar a idade do complexo de Puma Punku tem sido o foco de pesquisadores desde a descoberta deste sítio arqueológico. Como notado pelo especialista Andino, o professor de Antropologia W. H. Isbell, determinou através do teste com rádio carbono que a camada mais antiga de construção ocorreu entre os anos de 536 a 600 D.C. Alguns historiadores discordam, e estipulam para Puma Punku idades de até 12 mil anos.

27 de março de 2013

As Ruínas Submersas do Japão



Nos últimos anos, novos e impressionantes achados arqueológicos trazem fortes luzes sobre tempos imemoriais e estão fazendo com que a ciência da antropologia dê sobressaltos de calafrios nas últimas décadas. Se antes, pensávamos apenas em Atlântida como sendo um continente perdido no Oceano Atlântico, bem como o mítico Continente de Mu no Oceano Atlântico, e as terras de Rama no Oceano Índico, precisamos lembrar que os povos amarelos também tem suas lendas. E essas lendas podem estar sendo corroboradas por impressionantes descobertas.

Um tema mitológico muito conhecido no Japão, Taiwan , China e Filipinas descrevem a antiga busca por uma civilização perdida naquela região do planeta. Esse folclore cita através de lendas a probabilidade de um reino submerso nas Águas do Oceano Pacífico, com uma linha costeira que unia várias terras e onde os fragmentados arquipélagos da Malásia, da Indonésia, das Filipinas e do Japão não seriam mais do que partes de um grande continente.

12 de março de 2013

A Civilização Perdida De Lemúria


                             

Lemúria também chamada continente MU é o nome de um suposto continente perdido. Relatos sobre Lemúria são imprecisos quanto à maioria dos pormenores. No entanto, todos partilham a crença comum de que o continente existiu na pré-história, mas afundou no oceano devido a alterações geológicas.

A palavra Lemúria foi tirada do termo lêmure, e se refere aos que têm habitat limitado com a África do Sul, Índia e Malásia. Animais pré-históricos que na Idade Eocena provavelmente habitaram todo o Hemisfério Norte.

A catástrofe de Lemúria ocorreu há 10 mil anos, com o maior choque da História entre placas tectônicas, que quebraram a base da ilha, ou do continente. É provável que ninguém tenha sobrevivido. Mas antes disso eles teriam se expandido em colônias e feito contato com outras culturas em todo o mundo, nos 5 continentes.

5 de março de 2013

Por que os Anunnakis queriam o ouro do nosso planeta?

Nos textos antigos da Suméria existem descrições de seres que desceram dos céus em veículos voadores e que se chamavam Anunnaki. Você pode ler outros artigos sobre esse tema AQUI.

 

Em 1976, o autor Zecharia Sitchin publicou suas próprias traduções dos textos sumérios em uma série de livros intitulada Crônicas da Terra. De acordo com Sitchin, as tábuas de argila descrevem uma raça alienígena conhecida como os Anunnaki, que vieram à Terra com o objetivo de extrair ouro e levar para Nibiru, seu planeta de origem.

Na interpretação oferecida por Sitchin sobre a cosmologia suméria, Nibiru segue uma órbita elíptica e demorada, atravessando nosso sistema solar a cada 3.600 anos. Num passado remoto, Nibiru teria colidido catastroficamente com Tiamat, um planeta que estaria localizado em nosso sistema solar entre Marte e Júpiter.

3 de março de 2013

O Mistério Do Manuscrito 512


                              

O manuscrito que traz o numero 512 na Biblioteca Nacional que hoje traz o subtitulo de Relação histórica de uma occulta e grande povoação antiquissima sem moradores, que se descobriu no anno de 1753, narra o encontro do grupo de bandeirantes com ruínas de uma cidade perdida e desconhecida até então.

O relato da expedição, em sua parte mais conhecida, conta que houve quem avistasse de uma grande montanha brilhante, em consequência da presença de cristais e que atraiu a atenção do grupo, bem como seu pasmo e admiração. Tal montanha frustrou o grupo ao tentar escalá-la, e transpô-la foi possível apenas por acaso, pelo fato de um negro que acompanhava a comitiva ter feito caça a um animal e encontrado na perseguição um caminho pavimentado em pedras que passada por dentro da montanha rumo a um destino ignorado.

24 de fevereiro de 2013

OS SUMÉRIOS


                         

A Suméria é a civilização mais antiga que se tem registro, estima-se que eles viveram a mais de 3.500 anos antes de Cristo. Muitos chegam a estimar que eles datam muito mais de 6 mil anos. Os sumérios foram os pais da escrita, chamada escrita cuneiforme e posteriormente também foi creditado a eles os títulos de pai da astronomia. criadores da roda, das carruagens e muito mais. Muitos confundem os Sumérios e os Acádios, mas na verdade o primeiro é muito mais antigo. Só depois é que eles foram invadidos pelos semitas, se tornando acádios.

23 de fevereiro de 2013

NIBIRU - PLANETA X

             

Como já foi falado aqui no blog, Nibiru é um planeta que os Sumérios acreditavam que existe, posteriormente outras civilizações, inclusive a Egípcia também confirmou essa existência. Segundo esses povos antigos, a órbita deste planeta é elíptica e extremamente alongada. Segundo registros cuneiformes sumérios, Nibiru há milhares de anos orbita no nosso sistema solar, porém tem um padrão de órbita tão diferente dos outros planetas do nosso sistema, que ainda não o achamos. Até aí parece conto de carochinha, mas tem um detalhe: se os sumérios acertaram cálculos gigantes sobre a distância de cada planeta, as suas órbitas e até a composição destes corpos celestes, por que eles iriam errar sobre a existência desse tal Planeta Nibiru?

O MUNDO DOS CELTAS


                   


Aquele povo nórdico mantinha uma vida simples se comparada com a do mundo civilizado atual, e primava pela utilização das forças telúricas em todos as suas atividades, expressas basicamente através de ritos propiciatórios. Consideravam a natureza como a expressão máxima da Deusa Mãe. A divindade máxima era feminina, a Deusa Mãe, cuja manifestação era a natureza, por isso a sociedade celta embora não fosse matriarcal mesmo assim a mulher era soberana no domínio das forças da natureza.

22 de fevereiro de 2013

TUDO O QUE VOCÊ AINDA NÃO SABIA SOBRE ATLÂNTIDA (Parte 2)


Antes de ler este post, eu recomendo que você leia a primeira parte.

Atlântida 28.000a.C. a 12.500 a.C.

            

Esta foi a civilização atlante que foi descrita por Platão. 



Mais uma vez tudo se repetiu, os que ficaram recomeçaram tudo novamente, recriando as cidades que haviam sido destruídas, mas inicialmente não tentando cometer os mesmos erros da florescente civilização passada. Eles unificaram a ciência com o desenvolvimento espiritual a fim de haver um melhor controle sobre o desenvolvimento social.



Começaram a trabalhar com as Forças da Natureza,  tinham conhecimento das hoje chamadas linhas de Hartman e linhas Ley, que cruzam toda a Terra, algo que posteriormente veio a ser muito utilizado pelos celtas que construíram os menires e outras edificações em pedra. Vale salientar que eles acabaram por possuir um alto conhecimento sobre a ciência dos cristais, que usavam para múltiplos fins, mas basicamente como grandes potencializadores energéticos, e fonte de registro de informações, devido a grande potência que o cristal tem de gravar as coisas.



Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, o que os levou a tentar criar “raças puras”, raças que não possuíssem nenhum defeito. Esse pensamento persistiu até o século XX a ser uma das bases do nazismo.


20 de fevereiro de 2013

TUDO O QUE VOCÊ AINDA NÃO SABIA SOBRE ATLÂNTIDA (Parte 1)


A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto que a história que divulgam datam-na de apenas de 4.000 a.C.

Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida. 


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