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4 de abril de 2021

6 Mistérios da Antártida


Há pouco mais de cem anos, dois grupos de exploradores partiram em uma expedição com um objetivo comum: serem os primeiros a alcançar o Pólo Sul na história da humanidade. Roald Amundsen, da Noruega, liderou o grupo que chegou primeiro, a 14 de dezembro de 1911, abrindo os olhos da comunidade científica para os mistérios da Antártida.

Muitos desses segredos, no entanto, continuam ocultos mesmo depois de um século de pesquisas. O continente gelado influencia o resto do mundo muito mais do que pensávamos, motivo pelo qual os cientistas encaram a compreensão da Antártida como um grande desafio.

15 de setembro de 2017

Cavernas da Antártida Podem Abrigar Espécies Desconhecidas



Um mundo secreto de animais e plantas – incluindo espécies desconhecidas – pode viver em cavernas quentes sob as geleiras da Antártica. As cavernas, esvaziadas pelo vapor de vulcões ativos, são leves e podem chegar a temperaturas de 25 graus Celsius, de acordo com os pesquisadores, criando a possibilidade de um ecossistema completo de flora e fauna profundamente abaixo da superfície congelada.

O estudo, liderado pela Universidade Nacional Australiana em torno do Monte Erebus, um vulcão ativo na ilha de Ross, na Antártida, mostrou sistemas extensivos de cavernas. A pesquisadora principal Ceridwen Fraser disse que análises forenses de amostras de solo das cavernas revelaram traços intangíveis de DNA de algas, musgos e pequenos animais.

10 de outubro de 2013

Existe uma Gigantesca Rede de Canais Debaixo da Antártida!


Debaixo das geleiras marítimas da Antártida existe uma rede inteira de canais gigantescos. Esta conclusão foi tirada em resultado do trabalho conjunto de cientistas de várias universidades britânicas. Eles não duvidam de que estes cursos de água influem de certa forma sobre a espessura da cobertura de gelo e sobre as mudanças de nível do Oceano Mundial.

A pesquisa foi dedicada à plataforma de gelo de Filchner-Ronne, que é parte da capa de gelo à deriva no mar de Weddell. A grande atenção dada a estas geleiras está relacionada com o fato de que sua área reduziu-se em muito nos últimos anos. Verificou-se que os gelos derreteram em virtude das correntes quentes que os banham em baixo. Detetores infravermelhos do satélite da NASA Terra, e também radares de aviões revelaram rios debaixo do gelo, que se estendem desde o continente, por centenas de quilômetros, abaixo das geleiras e desembocam no oceano. Em largura e altura estes cursos de água são comparáveis à Torre Eifel.

Os cientistas admitem que os canais são uma continuação das correntes de água derretida, surgida sob os gelos da parte continental da Antártida. Ao sair do continente, as correntes não se misturam com a água do mar. A água doce é mais leve do que a salgada. Fica acima e “escorre” pelo plano inferior da geleira, formando um rio. Na opinião dos autores da descoberta, a estabilidade dos campos de gelo marítimos depende destes rios.

Glaciologistas russos supunham há muito tempo que semelhantes correntes deveriam existir, fala o vice-diretor do Instituto de Pesquisa Científica do Ártico e Antártida do Serviço de Hidrometeorologia Russo, Valeri Lukin:

"Ainda no final de 1960 foi estabelecido que havia canais debaixo do sistema de geleiras e água. Nosso cientista Igor Zotikov calculou teoricamente os possíveis volumes de derretimento do gelo na superfície inferior da geleira continental. Ele sugeriu que a água que se forma na superfície inferior da geleira em consequência de seu atrito com rochas locais e de alta pressão, forma sistemas aquáticos debaixo do gelo. Eles podem correr apenas para o oceano."

Segundo Valeri Lukin, o derretimento da crosta de gelo continental não depende da temperatura do meio ambiente.

“Ele depende do tamanho da pressão, que está relacionada com a espessura da geleira, e da velocidade do movimento da geleira sobre as rochas locais. Quanto maior ela é, maior é a força de atrito, que conduz ao derretimento da superfície inferior da geleira. Mas isto não está relacionado com o aquecimento global.”

A existência de rios debaixo da parte marítima das geleiras também não está relacionada com o clima global. Eles foram gerados por causas totalmente diferentes, inclusive pelo calor do manto aquecido da Terra. No entanto, sabendo para onde eles correm e onde desembocam no oceano, agora será mais fácil compor um mapa de correntes quentes em torno da Antártida. Significa isso que se pode prever com mais precisão a conduta da parte externa das geleiras marítimas e icebergs que se separaram. O iniciador da criação da organização “Centro de Iniciativas Árticas”, Matvei Chuprov, está impressionado com os resultados da pesquisa:

“A descoberta maravilhosa do Ártico e da Antártida oculta em si ainda muitos segredos. Hoje são as regiões menos estudadas de nossa Terra. Talvez estes sejam os locais através dos quais a Terra irá nos enviar alguns sinais.”

Os cientistas não responderam por que motivo o derretimento dos gelos aumentou somente nos últimos anos, se as correntes debaixo do gelo sempre existiram. Mas sua pesquisa confirmou a teoria de que o sistema hidrológico da Antártida é muito mais complexo do que parecia antes.

12 de agosto de 2013

Operação Highjump - Perseguição aos OVNIs nazistas na Antártida



Apesar da aparência fantástica dos relatos abaixo, eles são verídicos, exceto no que diz respeito às presunções dos teoristas, que até hoje não foram comprovadas.  Chamamos especial atenção às declarações do Almirante Richard Byrd, comandante daquela operação, que podem ser lidas no final do artigo.

A Operação Highjump foi uma expedição conduzida pela Marinha dos Estados Unidos na Antártida em 1946/47.  Pelo que se sabe, este foi a maior expedição militar naquele continente até os dias de hoje.   A missão foi conduzida pelo Contra-Almirante Richard Byrd, e contou com 13 embarcações, 23 aeronaves e uma força militar de 4.700 homens.  Alegadamente a missão foi criada para fotografar, mapear e extensivamente explorar aquele continente.

Contudo, é dito que a missão era de natureza classificada e foi principalmente um exercício militar.  Porém, ela também envolvia organizações científicas como o US National IGY Commettee, bem como o respeitável National Program, o qual estava mais preocupado com o mapeamento da Antártida para registrar posses territoriais dos Estados Unidos.  O nome em código original distribuído pela marinha foi Projeto Longhaul, o qual foi posteriormente mudado para Highjump.

Apesar do fato de não ter sido expressamente declarado nos comandos de 26 de agosto de 1946, o propósito principal era o de mapear o máximo possível da Antártida, especialmente ao longo da linha costeira do continente.

Teoristas da conspiração, especialistas em supostos ocupações da Antártida por arianos, ou nazistas, têm extensivamente analisado esta missão.  Os rumores começaram a se espalhar  de que mesmo a Alemanha tendo sido derrotada na guerra, uma quantidade de militares e cientistas daquele país tinha escapado das tropas aliadas e se instituíram em uma base secreta na Antártida, de onde continuaram a progressivamente construir aeronaves baseadas nas alegadas tecnologias alienígenas.  Dizem que a base localizava-se na Neuschwabenland, uma região da Antártida que a Alemanha tomou posse mesmo antes do início da Segunda Guerra Mundial.

Tão inconcebível quanto possa parecer, há um número substancial de evidências que apontam para estas alegações sobre a base germânica na Antártida.  Logo no início da Segunda Guerra Mundial, os alemães tinham entrado naquele continente e se apossaram dele em nome do Terceiro Reich.  Eventos históricos também nos apontam para uma associação entre a Alemanha e a Antártida, pois há documentação de que Hans-Ulrich Rudel da Luftwaffe Alemã (Força Aérea) estava sendo preparado pelo próprio Hitler para ser seu herdeiro legítimo.  Sabe-se que Rudel fez várias viagens para a Tierra del Fuego, na ponta da América do Sul mais próxima da Antártida.

Na realidade, a Alemanha já tinha completado um extenso estudo da Antártida e acreditava-se que já tinham construído uma pequena base secreta antes do início da Guerra.  A verdade é que existia na época evidências abundantes, as quais apontavam que em 1947 parte da Kriegsmarine (Marinha Alemã) estava operando no Atlântico Sul, ou a partir de uma base na América do Sul, ou da própria Antártida.  Uma peça de evidência identificada do pós guerra foi quando um submarino alemão parou um baleeiro Islandês de nome ‘Juilana’, nas águas da Antártida e demandaram que seu capitão cedesse as provisões de seu navio ao submarino.

Alguns teoristas acreditam que os alemães estavam realmente desenvolvendo tecnologias de OVNIs nas cavernas sob o gelo e há informações que sugerem que este fato talvez não seja tão fantástico como se pensa.  Uma quantidade de documentos que relatam avistamentos de OVNIs sobre a Antártida vêm de Rubens Junqueira Villela, um meteorologista, que foi o principal cientista brasileiro a tomar parte de uma expedição até a região polar sul.  Enquanto estava abordo de um navio dos EUA, o qual partiu de Nova Zelândia no final de janeiro de 1961, Villela declarou ter observado uma ocorrência de OVNIs nos céus da Antártida e imediatamente tomou nota em seu diário, com grande detalhamento.

Não é segredo que o movimento da Alemanha nazista tinha tecnologia desenvolvida o suficiente para construir aeronaves similares aos OVNIs em forma e tamanho.  Existem muitos relatos registrados e fotos deste OVNIs alemães.  Mesmo assim, dizer que eles possuíam a mesma agilidade e velocidade de um OVNI verdadeiro seria um engano, pois não podiam permanecer no ar por muito tempo e eram imprevisíveis em termos de navegação e dirigibilidade, pelo menos é o que se dizia deles ao final da Segunda Guerra.

A Operação Highjump acabou sendo um item muito falado nos meios da ufologia e dos teoristas da conspiração nos recentes anos.  Muitos alegam que esta operação foi uma campanha militar para derrotar e destruir as supostas bases nazistas na Antártida e capturar os discos voadores alemães Vril, e a espaço nave Thule, propulsionada por mercúrio.  Uma narrativa Hitlerista obscura fala que Adolf Hitler não cometeu suicídio em 1945, mas sim escapou para a Argentina, e de lá foi para uma base da SS sob o gelo da Antártida durante o início da década de 1950.  De acordo com esta narrativa alega-se que a Operação Highjump, a maior expedição já feita até a Antártida, foi despachada para aniquilar a ocupação nazista naquele local.

O melhor feito porém da Operação Highjump foi o de obter aproximadamente 70.000 fotografias aéreas da linha costeira da Antártida e outras regiões internas.  Inicialmente preparada para uma viagem de 8 meses, a Operação foi abruptamente interrompida e voltou aos Estados Unidos somente 16 semanas após seu início, sem nenhuma real explicação oficial fornecida pelo rápido retorno.  As únicas explicações de seu retorno precoce foram dadas pelo próprio Almirante Byrd, em uma entrevista para Lee vanAtta do International News Service, abordo do navio de comando das expedições, o USS Mount Olympus, enquanto ainda estavam no mar.  A entrevista foi publicada na edição de quarta-feira, 5 de março de 1947 do jornal chileno El Mercurio.  Na entrevista Byrd alertou sobre um eminente ataque aos Estados Unidos e à necessidade de “permanecerem em estado de alerta” e tomar precauções defensivas contra “a possibilidade de uma invasão dos EUA por aeronaves hostis provenientes das regiões polares“.

Byrd disse: “Eu não quero assustar ninguém, mas a realidade rua é que num evento de uma nova guerra os Estados Unidos serão atacados por aeronaves vindas de ambos os pólos do planeta“.  Byrd, comentando sobre a abrupta interrupção da expedição disse que “o mais importante das observações e descobertas feitas foi detecção da situação presente relacionada à segurança dos Estados Unidos…“

Apesar de não haver prova da existência de bases de discos voadores alemães na Antártida, é indubitável o fato de que algo estranho lá estava ocorrendo.

Os documentos da Operação Highjump até hoje são classificados pelo governo dos Estados Unidos como de “alto segredo”.

Clique aqui para saber mais sobre os Discos Voadores Nazistas

Créditos: Ovnihoje.com

25 de julho de 2013

Pirâmides encontradas na Antártida

Cada vez aparecem mais evidências de civilizações avançadas num passado distante. Desta vez pesquisadores da Europa e dos EUA fizeram mais uma descoberta surpreendente, encontrando na Antártida três objetos parecidos com pirâmides. Além disso, os cientistas afirmam que os monumentos antigos são de origem artificial.

Os pesquisadores observam que uma pirâmide está localizada quase na costa, e mais duas - a 16 quilômetros da costa.

Até agora, a equipe não divulgou muitas informações sobre sua descoberta, embora algumas fotos vazaram na internet recentemente .








Fonte: Voz da Rússia, Chama Violeta, www.thoth3126.com.br

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