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18 de fevereiro de 2014

Sealand: o menor país do mundo


Uma dessas bases era a torre Rough Towers, localizada em águas internacionais, e um sujeito chamado Roy Bates ocupou a base e lá proclamou um país em 1967. O governo britânico não pôde impedir, pois ficava fora de seu território. Bates chamou seu país de Sealand, e determinou que seu governo seria uma monarquia (E ele seria o rei).

23 de agosto de 2013

Os Mundos Habitados - Parte 4

A leitura deste texto pode parecer um pouco confusa, para entender melhor, sugiro que leia as outras partes clicando nos links abaixo:

Os Mundos Habitados - Parte 1
Os Mundos Habitados - Parte 2
Os Mundos Habitados - Parte 3





OS MUNDOS DOS NÃO-RESPIRADORES 

A maioria dos planetas habitados é povoada pelo tipo respirador de seres inteligentes. Mas há também ordens de mortais que são capazes de viver em mundos com pouco ou nenhum ar. Dos mundos habitados de Orvônton, esse tipo totaliza menos de sete por cento. Em Nébadon essa porcentagem é inferior a três. Em toda a Satânia  há apenas nove de tais mundos. 

São pouquíssimos os mundos habitados, do tipo não-respirador, em Satânia, porque, nessa seção mais recentemente organizada de Norlatiadeque, os corpos meteóricos do espaço são abundantes; e mundos os sem uma atmosfera de fricção protetora estão sujeitos ao bombardeamento incessante desses corpos erráticos. Mesmo alguns dos cometas consistem de enxames de meteoros, mas que, via de regra, são corpos desagregados menores de matéria. 

Milhões e milhões de meteoritos penetram na atmosfera de Urântia diariamente, entrando a uma velocidade da ordem de quase trezentos e vinte quilômetros por segundo. Nos mundos dos não-respiradores, as raças avançadas têm de fazer muito para proteger a si próprias dos danos que os meteoros causariam; e constroem instalações elétricas que operam pulverizando ou desviando os meteoros. Um grande perigo é enfrentado por eles quando se aventuram além dessas zonas protegidas. Tais mundos estão também sujeitos a tempestades elétricas desastrosas de uma natureza desconhecida em Urântia. Durante esses momentos, de intensa flutuação de energia, os habitantes devem refugiar-se nas 
suas estruturas especiais de isolamento e proteção. 

A vida nos mundos dos tipos não-respiradores é radicalmente diferente daquela de Urântia. Os não-respiradores não ingerem comidas nem bebem água como o fazem as raças de Urântia. As reações do sistema nervoso, os mecanismos de regulagem do aquecimento e o metabolismo desses povos especializados são radicalmente diferentes das funções correspondentes dos mortais de Urântia. Quase todo ato da vida, afora a reprodução, difere; e mesmo os métodos da procriação são de certo modo também diferentes. 

Nos mundos dos não-respiradores as espécies animais são radicalmente distintas daquelas encontráveis nos planetas atmosféricos. O plano de vida dos não-respiradores difere da técnica de existência em um mundo atmosférico, mesmo na sobrevivência, esses povos são diferentes, sendo candidatos à fusão com o Espírito.

Esses seres, contudo, desfrutam da vida e levam adiante as atividades do reino relativamente com as mesmas provações e alegrias que são experimentadas pelos mortais que vivem nos mundos atmosféricos. Em mente e caráter os não-respiradores não diferem de outros tipos de mortais. 

Vós deveríeis estar mais do que interessados na conduta planetária desse tipo de mortal, pois uma dessas raças de seres habita uma esfera muito próxima de Urântia. 

16 de agosto de 2013

Os Mundos Habitados - Parte 3

Clique aqui para ler a parte 1
Clique aqui para ler a parte 2

Os Tipos Físicos Planetários




Há um modelo básico e padronizado de vida vegetal e de vida animal em cada sistema. Os Portadores da Vida deparam-se, muitas vezes, com a necessidade de modificar esses modelos básicos, para conformá-los às condições físicas variáveis que encontram em inúmeros mundos do espaço. Eles fomentam um tipo generalizado de criatura mortal em um sistema, mas há sete tipos físicos distintos, bem como milhares e milhares de variantes menores dessas sete diferenciações principais. O sistema de Satânia contém todos esses tipos, bem como inúmeros grupos intermediários, embora alguns só sejam representados de modo muito raro.


1. Os tipos segundo a atmosfera

Os tipos segundo a atmosfera. As diferenças físicas entre os mundos habitados pelos mortais são determinadas principalmente pela natureza da atmosfera; outras influências que contribuem para a diferenciação planetária da vida são relativamente menores. O status atual da atmosfera de Urântia é quase ideal para a manutenção do tipo de homem que respira, mas é possível que o tipo humano seja tão modificado que possa viver tanto no tipo superatmosférico de planetas, quanto no subatmosférico. Tais modificações também se estendem à vida animal, que difere grandemente nas várias esferas habitadas. Há uma modificação muito grande nas ordens animais, dos mundos subatmosféricos para os mundos superatmosféricos. 

Dos tipos atmosféricos, em Satânia, cerca de dois e meio por cento são sub-respiradores, cerca de cinco por cento são super- respiradores e cerca de mais de noventa e um por cento são de respiradores intermediários, totalizando assim noventa e oito e meio por cento dos mundos de Satânia. Os seres como os das raças de Urântia são classificados como respiradores intermediários; vós representais a média, ou a ordem de existência mortal tipicamente respiratória. Se criaturas inteligentes devessem existir em um planeta com uma atmosfera semelhante à do vosso grande vizinho, Vênus, elas pertenceriam ao grupo super-respirador, enquanto as que habitassem um planeta com uma atmosfera tão rarefeita como a do vosso vizinho externo, Marte, seriam denominadas sub-respiradoras. 

Se os mortais habitassem um planeta desprovido de ar, como a vossa lua, eles pertenceriam à ordem separada dos não-respiradores. Esse tipo representa um ajuste radical ou extremo ao meio ambiente planetário e é considerado separadamente. Os não-respiradores
completam aquele um e meio por cento restante dos mundos de Satânia. 


2. Os tipos segundo os elementos

Os tipos segundo os elementos. Essas diferenciações têm a ver com a relação dos mortais com a água, o ar e a terra; e há quatro espécies distintas de vida inteligente no que diz respeito a esses habitats. As raças de Urântia são da ordem terrena. É totalmente impossível, para vós, imaginar o meio ambiente que prevalece durante as idades iniciais de alguns mundos. Essas condições inusitadas requerem que a vida animal em evolução permaneça no seu berço de habitat marinho por períodos mais longos do que naqueles planetas que muito cedo proporcionam um meio ambiente hospitaleiro de terra e de atmosfera. Por outro lado, em alguns mundos do tipo super-respiradores, quando o planeta não é muito grande, algumas vezes é oportuno prover um tipo de mortal que possa prontamente negociar a travessia da atmosfera. Esses navegadores aéreos algumas vezes surgem entre os grupos da água e os da terra, e eles sempre vivem, em uma certa medida, no solo, finalmente transformando-se em terrestres. 

Em alguns mundos, contudo, durante idades, eles continuam a voar, até mesmo depois de haverem-se transformado no tipo terrestre de seres. Ao mesmo tempo é divertido e surpreendente observar a civilização primeva de raças primitivas de seres humanos tomando forma, em um caso, no ar e nas partes mais altas das árvores, e, em outro, em meio às águas rasas de bacias tropicais protegidas, bem como no fundo, nas bordas e nas praias de jardins marinhos das raças do alvorecer dessas esferas extraordinárias. Mesmo em Urântia houve uma longa idade durante a qual o homem primitivo preservou- se e desenvolveu a sua civilização primeva, vivendo a maior parte do tempo nos topos das árvores, como o faziam os seus longínquos ancestrais arborícolas. E, em Urântia, vós ainda tendes um grupo de pequenos mamíferos (a família dos morcegos) que são navegadores do ar; e as vossas focas e as baleias, de habitat marinho, são também da ordem dos mamíferos. 

Em Satânia, dos tipos segundo os elementos, sete por cento são da água, dez por cento do ar, setenta por cento da terra e treze por cento combinam os tipos da terra e do ar. Mas essas modificações das criaturas primitivas inteligentes não são nem peixes humanos nem pássaros humanos. Eles são dos tipos humano e pré-humano, nem superpeixes, nem pássaros glorificados, mas nitidamente mortais. 


3. Os tipos segundo a gravidade

Pela modificação do projeto criativo, os seres inteligentes são criados de um modo tal que possam funcionar livremente, tanto em esferas menores, quanto nas maiores do que Urântia, ficando assim, de certo modo, acomodados à gravidade dos planetas que não têm o tamanho e a densidade ideais. 

Os vários tipos planetários de mortais variam em altura, a média em Nébadon sendo um pouco abaixo de dois metros e dez. Alguns dos mundos maiores são povoados com seres que têm apenas setenta centímetros de altura. A estatura dos mortais varia desse mínimo, passando pelas médias de altura nos planetas de tamanho mediano e chegando a três metros nas esferas habitadas menores. Em Satânia, existe apenas uma raça que tem menos de um metro e vinte de altura. Vinte por cento dos mundos habitados de Satânia são povoados por mortais do tipo modificado de gravidade, e que ocupam os planetas maiores e menores. 


4. Os tipos segundo a temperatura

É possível criar seres vivos que podem suportar temperaturas tanto mais altas, quanto mais baixas do que os limites suportados pelas raças de Urântia. Há cinco ordens distintas de seres, classificados pelo que se refere aos mecanismos de regulagem da temperatura. Nessa escala, as raças de Urântia são as de número três. Trinta por cento dos mundos de Satânia são povoados por raças do tipo de temperatura modificada. Doze por cento pertencem às faixas de temperaturas mais altas, dezoito por cento às mais baixas, se comparadas com as raças urantianas que funcionam no grupo das temperaturas intermediárias. 


5. Os tipos segundo a eletricidade. 

O comportamento elétrico, magnético e eletrônico dos mundos varia grandemente. Há dez modelos de vida mortal variavelmente moldados para suportar a energia diferencial das esferas. Essas dez variedades também reagem de forma ligeiramente diferente aos raios de poder químico da luz comum dos sóis. Mas essas ligeiras variações físicas de nenhum modo afetam a vida intelectual ou espiritual. Dos agrupamentos elétricos de vida mortal, quase vinte e três por cento pertencem à classe de número quatro, o tipo de existência em Urântia. Esses tipos são distribuídos do modo seguinte: número 1, um por cento; número 2, dois por cento; número 3, cinco por cento; número 4, vinte e três por cento; número 5, vinte e sete por cento; número 6, vinte e quatro por cento; número 7, oito por cento; número 8, cinco por cento; número 9, três por cento; número 10, dois por cento - em percentagens inteiras. 


6. Os tipos segundo a energização 

Nem todos os mundos são iguais na maneira de absorver a energia. Nem todos os mundos habitados têm um oceano atmosférico adequado à troca respiratória de gases, tal como ocorre em Urântia. Durante os estágios iniciais e finais de muitos planetas, os seres da vossa ordem, como são hoje, não podiam existir; e, quando os fatores respiratórios de um planeta são muito elevados ou reduzidos, mas, quando todos os outros pré-requisitos da vida inteligente estão adequados, os Portadores da Vida freqüentemente estabelecem nesses mundos uma forma modificada de existência mortal: seres que são aptos para efetuar as trocas no seu processo de vida, diretamente por meio da energia da luz e da transmutação, em primeira mão, do poder dos Mestres Controladores Físicos. 

Há seis tipos diferentes de nutrição para os animais e os mortais: os sub-respiradores empregam o primeiro tipo de nutrição; as espécies marinhas, o segundo; os respiradores intermediários, o terceiro tipo de nutrição, como em Urântia. Os super-respiradores empregam o quarto tipo de absorção de energia, enquanto os não-respiradores utilizam a quinta ordem de nutrição e energia. A sexta técnica de energização serve apenas às criaturas intermediárias. 


7. Os tipos sem denominação

Há inúmeras variações físicas adicionais na vida planetária, mas todas essas diferenças são apenas uma questão de modificação anatômica, de diferenciação fisiológica e de ajustamento eletroquímico. Tais distinções não dizem respeito à vida intelectual, nem à vida espiritual. 

15 de agosto de 2013

Os Mundos Habitados - Parte 2

Clique aqui para ler a primeira parte.

A Vida Planetária


Os universos do tempo e do espaço têm um desenvolvimento gradual; a progressão da vida - terrestre ou celeste - não é nem arbitrária, nem mágica. A evolução cósmica pode nem sempre ser compreensível (previsível), mas é estritamente não acidental. A unidade biológica da vida material é a célula protoplásmica, a associação coletiva de energias químicas, elétricas e de outras energias básicas. As fórmulas químicas diferem em cada sistema, e a técnica de reprodução da célula viva é ligeiramente diferente em cada universo local, mas os Portadores da Vida são sempre os catalisadores vivos que iniciam as reações primordiais da vida material; eles são os estimuladores dos circuitos das energias da matéria viva. 

Todos os mundos de um sistema local apresentam um parentesco físico inequívoco; contudo, cada planeta tem a sua própria escala de  vida, não há dois mundos exatamente iguais nas suas dotações de  vida vegetal e animal. Essas variações planetárias, nos tipos de vida do sistema, resultam das decisões dos Portadores da Vida. Todavia, esses seres não agem nem por capricho, nem por excentricidade; os universos são conduzidos de acordo com a lei e a ordem. As leis de Nébadon são os mandatos divinos de Sálvington, e a ordem evolucionária da vida em Satânia está em consonância com o modelo evolucionário de Nébadon. 

A evolução é a regra do desenvolvimento humano, mas o processo, em si mesmo, varia muito nos diferentes mundos. Algumas vezes, a vida é iniciada em um centro, e algumas vezes em três, como o foi em Urântia. Nos mundos atmosféricos, ela usualmente tem uma origem marinha, mas nem sempre; depende muito do status físico de um planeta. Os Portadores da Vida têm grande abertura de ação na sua função de iniciar a vida. 

No desenvolvimento da vida planetária, a forma vegetal sempre vem antes da animal, e é desenvolvida quase completamente antes de os modelos animais se diferenciarem. Todos os tipos animais são desenvolvidos a partir dos modelos básicos do reino vegetal precedente de coisas vivas; não são organizados separadamente. Os estágios iniciais da evolução da vida não estão inteiramente em conformidade com as vossas visões atuais. O homem mortal não é um acidente evolucionário. Há um sistema preciso, uma lei universal, que determina o desdobramento do plano da vida planetária nas esferas do espaço. O tempo e a produção de grandes números de uma espécie não são as influências controladoras. Os camundongos reproduzem-se muito mais rapidamente do que os elefantes, mas os elefantes evoluem mais rapidamente do que os camundongos. 

O processo de evolução planetária é ordenado e controlado. O desenvolvimento de organismos mais elevados a partir de grupos menos desenvolvidos de vida não é acidental. Algumas vezes, o progresso evolucionário é temporariamente retardado pela destruição de certas linhas favoráveis do plasma da vida existente em uma espécie seleta. Em geral, idades e idades são necessárias para reparar os danos ocasionados pela perda de uma única linhagem superior de hereditariedade humana. Essas linhagens selecionadas e superiores do protoplasma vivo deveriam ser zelosa e inteligentemente guardadas, depois de haverem surgido. E, na maioria dos mundos habitados, esses potenciais superiores de vida são muito mais altamente valorizados do que em Urântia (Terra). 

13 de agosto de 2013

Os Mundos Habitados - Parte 1

                               

Introdução

Esta é a narrativa dos diversos tipos físicos e raças de seres existentes em outros planetas, revelada por um ser supra-humano, com a devida permissão de seus superiores. Importante ressaltar, para entendimento do texto, que Urântia é o nome dado ao nosso planeta Terra - pelos seres supra-humanos - que administram o Universo. 

Segundo esses seres supra-humanos, o Universo é recheado de planetas habitados por vida inteligente, chamados de planetas evolucionários e esta narrativa apresenta os diversos tipos físicos e raças existentes nos diversos planetas habitados. 

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O texto apresenta novas idéias sobre as possibilidades para a existência de vida e abre nossas mentes sobre como devemos procurar pela vida extraterrestre - não somente focando em planetas com atmosfera e condições semelhantes ao nosso planeta Terra.


Os Mundos Habitados

Todos os mundos habitados pelos mortais são evolucionários por  origem e natureza. Essas esferas são o berço evolucionário, o local de geração das raças mortais do tempo e do espaço. Cada unidade de vida ascendente é uma verdadeira escola de aperfeiçoamento para o estágio seguinte da existência, e isso é verdadeiro sobre todos os estágios da ascensão progressiva do homem ao Paraíso; tão verdadeiro para a experiência mortal inicial em um planeta evolucionário, quanto é verdadeiro para a escola final dos Melquisedeques, na sede central do universo; uma escola que só é freqüentada pelos mortais ascendentes um pouco antes do seu translado para o regime do superuniverso, quando eles alcançam o primeiro estágio da existência espiritual. 

Todos os mundos habitados são basicamente agrupados, para a administração celeste, nos sistemas locais, e cada um desses sistemas locais é limitado a cerca de mil mundos evolucionários. Essa limitação é feita por um decreto dos Anciães dos Dias, e diz respeito aos verdadeiros planetas evolucionários, onde estejam vivendo mortais com status de sobrevivência. Nem os mundos estabelecidos finalmente em luz e vida, nem os planetas nos estágios pré-humanos do desenvolvimento da vida pertencem a esse grupo. 

Satânia, em si mesmo, é um sistema inacabado, que contém apenas 619 mundos habitados. Tais planetas são enumerados em série, de acordo com o seu registro como mundos habitados por criaturas de vontade. Assim, foi dado a Urântia o número 606 de Satânia, significando que é o 606o mundo do sistema local, no qual o longo processo da vida evolucionária culminou com o aparecimento de seres humanos. Existem trinta e seis planetas não habitados aproximando-se do estágio em que serão dotados de vida, e vários outros estão agora ficando prontos para os Portadores da Vida. Há aproximadamente duzentas esferas que estão evoluindo de modo a ficarem prontas para a implantação da vida dentro dos próximos milhões de anos. 

Nem todos os planetas são adequados para abrigar a vida mortal. Os pequenos, que têm uma velocidade de rotação elevada, em torno do próprio eixo, são totalmente inadequados como habitat para a vida. Em vários sistemas físicos de Satânia, os planetas que giram em volta do sol central são grandes demais para serem habitados; a sua grande massa ocasiona uma gravidade opressiva. Muitas dessas esferas enormes têm satélites, algumas vezes uma meia dúzia ou até mais, e essas luas, freqüentemente, têm um tamanho muito próximo do de Urântia, de um modo tal que são quase ideais para serem habitadas. 

O mundo habitado mais antigo de Satânia, o mundo de número um, é Anova, um dos quarenta e quatro satélites que giram em torno de um planeta escuro enorme, mas exposto à luz diferencial de três sóis vizinhos. Anova está em um estágio avançado de civilização progressiva. 

Continua...

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