7 de junho de 2013

Buracos negros podem se tranformar em portais para outros universos




Cair em um buraco negro pode não ser tão exterminador quanto parece.  Aplique a teoria da gravidade quântica a estes bizarros objetos e a singularidade que esmaga tudo poderá desaparecer.

No lugar da singularidade aparecerá algo similar a um ponto de entrada para outro universo.  E isto poderia ajudar a resolver o insistente paradoxo da perda de informação que assombra os buracos negros.

Embora tão logo nenhum humano provavelmente cairá em um buraco negro, imaginar o que poderia acontecer se isso ocorresse é uma grande forma de sondar alguns dos maiores mistérios no universo.  Mais recentemente isto nos levou a algo que ficou conhecido como o "paradoxo do sistema de segurança de buracos negros", ou  black hole firewall paradox, em inglês.

De acordo com a teoria da relatividade geral de Albert Einstein, se um buraco negro o engolir, suas chances de sobrevivência são nulas.  Primeiramente você será dilacerado pelas forças gravitacionais do buraco negro, um processo caprichosamente chamado de "espaguetificação".

Finalmente, você irá alcançar a singularidade, onde o campo gravitacional é infinitamente forte.  Neste ponto, você será esmagado à uma densidade infinita.  Infelizmente, a relatividade geral não fornece nenhuma base para calcular o que ocorrerá depois.  “Quando você alcançar a singularidade na relatividade geral, a física simplesmente para, as equações se quebram“, diz Abhay Ashtekar da Universidade Estadual da Pennsylvania, nos EUA.

O mesmo problema ocorre quanto se tenta explicar o Big Bang, o qual pensa-se ter iniciado com uma singularidade.  Assim, em 2006, Ashtekar e colegas aplicaram o ‘loop‘ da gravidade quântica (LQG) no nascimento do universo.  O LQG combina a relatividade geral com a mecânica quântica e define o tempo-espaço como uma teia de pedaços indivisíveis de 10-35 metros em tamanho.  A equipe descobriu que à medida que eles ‘rebobinavam’ o tempo em um universo LQG, eles alcançavam o Big Bang, mas sem a singularidade.  Ao invés disso eles cruzavam a “ponte quântica” para outros universos mais velhos.  Esta é a base para a teoria do “grande salto” (big bounce) das origens do nosso universo.

Agora, Jorge Pullin, da Universidade Estadual de Louisiana, nos EUA, e Rodolfo Gambini, da Universidade da Republica, em Montevidéu, no Uruguai, aplicaram o LQG à uma escala muito melhor – a um buraco negro individual – na esperança de também remover aquela singularidade.  Para simplificar as coisas, eles aplicaram as equações do LQG para um modelo de buraco negro do tipo “Schwarzschild” esférico, simétrico, não rotativo.

Neste modelo, o campo gravitacional ainda aumenta à medida que você se aproxima do centro do buraco negro.  Mas, diferentemente dos modelos anteriores, ele não acaba com uma singularidade.  Ao invés disso, a gravidade finalmente é reduzida, como se você estivesse saindo pelo outro lado do buraco negro e pousado, ou em uma outra região do universo, ou em um outro universo.  Apesar disto funcionar somente para um modelo simples de buraco negro, os pesquisadores – e Ashtekar – acreditam que a teoria também possa eliminar as singularidades de buracos negros reais.

Isso significaria que os buracos negros podem servir como portais para outros universos.  Enquanto outras teorias (sem mencionar alguns trabalhos de ficção científica) têm sugerido isto, o problema era que nada podia passar através dos portais, devido a singularidade.  A remoção da singularidade pode não apresentar um uso prático e imediato, mas poderia pelo menos ajudar com um dos paradoxos que cercam os buracos negros: o problema da perda de informação.

Um buraco negro suga toda a informação da matéria que ele engole, mas buracos negros também podem evaporar com o tempo.  Isso causaria com que a informação desaparecesse para sempre, desafiando a teoria quântica.  Mas se um buraco negro não tiver a singularidade, então a informação não precisaria ser perdida – ela poderia somente passar para outro universo.  “A informação não desaparece, ela vaza“, diz Pullin.

Fonte: Ovnihoje.com , newscientist.com

6 de junho de 2013

Supercomputador poderá encontar a cura da AIDS



Graças a um dos supercomputadores mais rápidos do mundo, cientistas agora podem estudar a melhor maneira de combater – e vencer – o HIV.

A AIDS é uma doença que tem causado muito sofrimento no mundo todo. A busca por sua cura não tem sido bem-sucedida, exceto por alguns avanços que não deixam de ser importantes.

O maior problema é que não há uma resposta fácil para o HIV, o vírus que usa nossas próprias células do sistema imunológico para sua vantagem, e se transforma rapidamente rodada após rodada de remédios antirretrovirais.
No entanto, médicos e pesquisadores não param de tentar combatê-lo, e um novo estudo trouxe exatamente o tipo de descoberta que pode levar ao impedimento do vírus logo no seu desenvolvimento – resultado que os cientistas têm buscado há muito tempo.


Capsídeos

A melhor linha de ataque contra o HIV exige atingir seu invólucro viral (ou capsídeo). Capsídeos situam-se entre o revestimento esférico exterior do vírus, uma camada de 0,1 mícron de diâmetro à base de lípidos conhecida como envelope viral, e um revestimento interior em forma de bala conhecido como o núcleo do vírus, que contém as cadeias de RNA do HIV.

Capsídeos carregam 2.000 cópias da proteína viral p24, organizadas em uma estrutura de rede. Os pesquisadores têm uma vaga ideia dessa estrutura, adquirida através de anos de crio-microscopia eletrônica, espectroscopia de ressonância magnética nuclear, tomografia e cristalografia de raios-X.
Mas é importante saber mais sobre os capsídeos. Eles são responsáveis pela proteção da carga de RNA, pela desativação do sistema imunitário do hospedeiro, e pela entrega de RNA em novas células. Em outras palavras, são a “mente” do vírus.

“O capsídeo é criticamente importante para a replicação do HIV. Saber a sua estrutura em detalhes poderia nos levar a novas drogas que podem tratar ou prevenir a infecção”, explica o Dr. Peijun Zhang, pesquisador e professor associado de biologia estrutural da Faculdade de Medicina da Universidade de Pittsburgh (EUA).

O capsídeo tem que permanecer intacto para proteger o genoma do HIV e levá-lo para dentro da célula humana. Uma vez lá dentro, ele tem que liberar seu conteúdo para que o vírus possa replicar. “O desenvolvimento de medicamentos que causem a disfunção do capsídeo podem impedir que o vírus se reproduza”, diz Zhang.

Até muito recentemente, a estrutura precisa do capsídeo – como as milhares de cópias de p24 realmente eram interlaçadas – permaneceu um mistério. Seu tamanho relativamente grande e sua forma não simétrica têm desafiado as tentativas dos pesquisadores de modelá-lo de forma eficaz.
Pesquisas anteriores haviam revelado que a p24 era disposta em forma de pentágono ou hexágono como parte da estrutura do capsídeo, mas saber como as peças se encaixavam ainda estava fora do nosso alcance porque a ciência simplesmente não tinha um modelo computacional eficaz para ilustrar esta estrutura subatômica incrivelmente complexa em detalhes.


Blue Waters, o salvador

Resolver esse problema exige um supercomputador de nível petaflop, uma classe de máquina que só recentemente se tornou facilmente disponível.



A equipe de pesquisa buscou a ajuda do Centro Nacional de Aplicações de Supercomputação da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign (EUA) e seu supercomputador residente, Blue Waters.
Os pesquisadores alimentaram o Blue Waters com dados de microscopia eletrônica coletados em experimentos de laboratório realizados na Universidade de Pittsburgh e na Universidade Vanderbilt (EUA) e deixaram o computador de US$ 108 milhões (cerca de R$ 216 mi) fazer seu trabalho: analisar grandes quantidades de informação com seus 49.000 microprocessadores.

Blue Waters pode lidar com um quatrilhão de operações de ponto flutuante por segundo, portanto, costurar 1.300 proteínas em uma estrutura molecular não seria problema. Para que ele fizesse isso, a equipe desenvolveu um novo algoritmo de modelagem, apelidado de “montagem flexível dinâmica molecular”.

“Ele basicamente simula as características físicas e o comportamento de grandes moléculas biológicas, mas também incorpora os dados à simulação de modo que o modelo realmente entra em acordo com os dados”, explica o professor Klaus Schulten, da Universidade de Illinois.


A estrutura

A equipe revelou o resultado da estrutura do capsídeo em um relatório na revista Nature.




Eles concluíram que o capsídeo do vírus é melhor descrito por um modelo de “cone de fulereno”, em que as proteínas se ligam para formar uma estrutura de superfície hexagonal fechada, incorporando 12 pentâmeros.

Ao todo, o capsídeo do HIV requer 216 hexágonos e 12 pentágonos dispostos exatamente como os modelos preditivos supunham.
A nova descoberta revela uma proteína surpreendentemente versátil. p24, em si, é idêntica se moldada em um pentágono ou um hexágono – apenas os pontos de ligação entre as proteínas variam de forma.
Como isso funciona ainda é um mistério. “Como pode um único tipo de proteína se formar de maneira tão variada? A proteína tem de ser inerentemente flexível”, disse Schulten.

Novas questões à parte, a descoberta mostra precisamente como o capsídeo funciona e como os cientistas podem melhor atacá-lo para interromper a capacidade do vírus de se replicar.
Ao explorar a estrutura do capsídeo, os pesquisadores poderiam, teoricamente, proporcionar uma solução a nível molecular para impedir o núcleo do vírus de propagá-lo, levando a um conjunto inteiramente novo de alternativas de tratamento.

Hoje, o HIV evolui tão rapidamente que qualquer droga a base de enzimas usada logo pode se tornar menos eficaz, graças a resistência adquirida pelo vírus. Agora, os cientistas ganharam um novo alvo para focar seus esforços contra a doença.
Graças ao Blue Waters, o HIV pode um dia traçar o mesmo caminho da poliomielite – o da erradicação.

A artista que pintou uma premonição

Artista pintou quadro no qual aparece de mãos dadas com o 'futuro marido' antes mesmo de conhecê-lo (Foto: Reprodução/Facebook/Chloe Mayo)

Uma artista britânica ficou famosa após “pintar uma premonição” (pintura acima) do que seria o homem do seus sonhos e, pouco depois, se apaixonar por uma pessoa muito parecida com a figura representada no quadro.

Chloe Mayo, de 31 anos, estava solteira à época que pintou uma tela em 2009 que mostra uma menina que lembra a britânica de mãos dadas com um homem de barba, e guardou em um dos cantos de sua casa, junto com outras telas. Isso antes de ela conhecer Michael Goeman, de 30 anos, em um site de relacionamentos.

De acordo com o jornal “Daily Mail”, Mayo ficou impressionada com a semelhança da nova paixão e escondeu a pintura, com medo de que “ele se assustasse com o quadro”. A figura só foi revelada após diversos encontros que teve com Goeman, que continuou namorando com a britânica, até pedi-la em casamento durante uma viagem à França.

                          Casal se conheceu pela internet e logo a artista percebeu as semelhanças entre Michael e a pintura (Foto: Reprodução/Facebook/Chloe Mayo)

O casal contou ao jornal que eles moram atualmente em Worcester Park e que o quadro está pendurado na sala de estar. “Meus amigos chamam Michael de ‘o homem da pintura’”, brincou Chloe.

Viu alguma semelhança? Comente!

4 de junho de 2013

O hospital abandonado onde as pessoas desaparecem




Moscou sempre atrai a atenção de milhões de habitantes de nosso planeta. Com certeza, toda pessoa que decide ir para a Rússia, visita esta enorme megalópole. É do conhecimento geral que Moscou conta com inúmeros monumentos arquitetônicos e lugares de interesse turístico, os quais simplesmente não se pode deixar de visitar. Mas também existem lugares que devem ser evitados, se você não desejar arriscar a própria vida, é claro.


Em qualquer cidade grande há lugares que gozam de má fama e inclusive famosos pelo desaparecimento de pessoas. O hospital abandonado de Khovrino, no norte de Moscou, é precisamente um desses tais locais. Alguns dizem que ele serviu de protótipo do centro médico recriado no filme hollywoodiano "O Hóspede Maldito" (Resident Evil), estrelado por Milla Jovovich, no qual se realizavam experiências com vírus terríveis; outros estão certos de que é o principal local místico da capital russa; e, finalmente, há também entusiastas que insistem em ser um portal de entrada para o mundo paralelo. 



Seja como for, há uma coisa absolutamente incontestável: ao longo de muitos anos, multidões de curiosos são atraídos por esse lugar, e muitos deles, ao ingressar no hospital abandonado, nunca mais conseguem sair.



No início da década de 1980, em Kovrino foi começada a construção de um grande hospital multifuncional. Um edifício de 11 andares deveria sediar o centro de saúde regional que possuiria 1.300 leitos, pessoal altamente qualificado e equipamento médico mais sofisticado. Contudo, os planos estavam condenados ao fracasso. 



Cinco anos mais tarde, quando todas as instalações hospitalares já estavam quase prontas, o projeto foi congelado por tempo indeterminado. Segundo a versão oficial, isso aconteceu por causa de erros cometidos durante a prospecção geológica ainda na fase de desenvolvimento do desenho. Posteriormente verificou-se que o solo não era suficientemente sólido, e o edifício começou a afundar pouco a pouco. No presente momento, o primeiro andar já se encontra completamete debaixo da terra e o porão todo está inundado por água.



O prédio do nosocômio não foi derrubado… Nos 28 anos subsequentes, ele se converteu não só em refúgio de satanistas, vagabundos e psicopatas, mas também em lugar de peregrinação de stalkers e fãs do turismo radical. Eis o que relatou um praticante do turismo industrial, Danila Veletsky:



“Eu moro quase a dois passos do hospital de Khovrino. Quando peguei a paixão pelo turismo industrial, as ruínas de nosso hospital foram, naturalmente, a primeira instalação que examinamos com a turma. Para dizer a verdade, eu não sou rapaz temeroso, mas lembro minhas primeiras impressões como se fosse ontem. O percebia com cada célula de minha pele… Não sei como expressá-lo… Como se alguém me estivesse espreitando da escuridão. E o ar, denso e pegajoso, me deprimia pesando sobre todo o corpo. Por fim, uma energética negativa. Não, é claro que, eu não acredito em fantasmas hospitalares que protagonizam boatos e estórias locais. Nunca os vi. Os sem-teto, sim, às vezes os deparamos. Um par de vezes topamos também com os satanistas. Celebravam aí quaisquer cerimônias, com velas acesas. Pois, nada mais que isso. O edifício fica já bastante arruínado, os poços de elevador estão abertos. Ouvi falar que dentro em breve vão derrubá-lo. Espero que na verdade seja assim. Um conhecido meu morreu aí por dar um passo em falso e cair no poço. Em resumo, é um lugar sinistro. Eu não aconselharia ir para lá sem prévia preparação e equipe.”

Hoje em dia, o prédio do hospital permanece sob vigilância. O terreno foi fechado por cerca de arame, mas as multidões de curiosos em visitar a “morada do mal” moscovita não se esgotam com o passar do tempo. A despeito de tudo, as pessoas encontram ou abrem buracos no cercado para entrar. Porém, às vezes não conseguem encontrar o caminho de volta.

3 de junho de 2013

O Vulcão Popocatépetl e seus inúmeros avistamentos de OVNIs

Popocatépetl é um estratovulcão ativo, localizado a 60 km a sudeste da capital mexicana. Ele é famoso pelo grande número de avistamentos de ovnis pairando sobre sua caldeira e até mesmo entrando no vulcão. Veja abaixo alguns vídeos surpreendentes desses ovnis.

Esse é o vídeo mais recente, filmado em 31 de maio passado:




Neste vídeo, filmado em fevereiro, um objeto passa por cima da montanha, ao invés de entrar nela:




Em 6 de fevereiro passado, as câmeras de vídeo que monitoram o vulcão captaram objetos luminosos rondando o cume da montanha.




Este foi filmado em novembro de 2012:




Aqui mais um objeto que, de acordo com o noticiário mexicano, parece ter 1 quilômetro de comprimento, por 200 metros de largura:



Comente e deixe a sua opinião sobre a veracidade desses vídeos.

Os 12 paradoxos da viagem ao passado



1 - Paradoxo do Avô: Certamente o mais famoso paradoxo temporal. Suponha um viajante do tempo voltando ao passado para matar seu próprio avô quando este ainda é uma criança, desta forma o pai do viajante não nasceria, tão pouco o viajante. Mas, o que aconteceria ao viajante? Deixaria de existir? E as leis de conservação de massa/energia, seriam violadas?

2 - Paradoxo da Acumulação: Imaginemos que alguém volte a um determinado ponto do passado onde, originalmente, ele esteve. Encontraria sua própria cópia (ou melhor, seu original – ou será cópia?). Se voltasse a esse ponto da história outras vezes, veria várias cópias de si.

3 - Paradoxo do Deslocamento em Trânsito: Viajantes do tempo levam consigo seu próprio tempo – o presente do modo exato que estava no momento de sua viagem – e não podem ser afetados por alterações ocorridas depois de sua partida. Sofrerão os efeitos dessas alterações quando voltarem ao seu tempo presente, agora modificado.

4 - Paradoxo da Descontinuidade: Quando um viajante do tempo encontra no passado um conhecido que partiu de um ponto do futuro diferente do dele. Essa pessoa pode não reconhecer o viajante, pois no presente eles ainda não se encontraram.

5 - Paradoxo Final: Criado por um viajante do tempo que muda a História de modo que viagem no tempo nunca seja inventada.

6 - Lei dos Paradoxos Menores: Se dois paradoxos mutuamente exclusivos podem ocorrer simultaneamente, acontecerá primeiro o menos paradoxal.

7 - Paradoxo da História Retroativa: Quando pessoas do futuro, que não haviam nascido na época de acontecimentos já ocorridos e historicamente registrados, acabarem tornando-se protagonistas desses mesmos eventos.

8 - Paradoxo dos Loops de Informação: Acontece quando uma informação é enviada do futuro para o passado de modo a se tornar a fonte inicial da mesma informação tal como existia no futuro.

9 - Paradoxo dos Loops Sexuais: Acontece quando um viajante do tempo volta ao passado para fazer sexo com um ancestral e se tornar um ancestral de si mesmo.

10 - Paradoxo da Fraude: Quando alguma ação no passado, causada por um viajante do tempo vindo do futuro, afeta a linha do tempo, e depois a versão passada do mesmo viajante decide não realizar a citada ação quando alcança aquele mesmo momento do futuro.

11 - Paradoxo das Linhas de Tempo Alternativas: Segundo esse paradoxo, o passado não pode ser modificado, e qualquer tentativa de mudá-lo causará a criação de uma linha de tempo alternativa, de existência paralela à linha de tempo original a partir do ponto de mudança. A mera chegada do viajante no passado já causaria sua mudança.

12 - Paradoxo da Causa e Efeito: Se alguém viaja para o passado no objetivo de alterar um evento para mudar o presente, assim que o fizesse o motivo pelo qual se viajou deixaria de existir, e consequentemente a viagem também. Neste paradoxo está baseado o filme “A Máquina do Tempo.

Fonte: http://ahduvido.com.br

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