Fortunato Zanfretta, trabalhou como guarda particular entre 1978 à 1981.
Na madrugada de 7 de dezembro de 1978, foi encontrado em um terreno baldio em estado de choque. Em uma patrulha rotineira, o guarda presenciou um contato com seres extraterrestres.
Acompanhe esse caso, que é um dos mais importantes da ovniologia européia.
Parte 1:
Parte 2:
O Brasil é o maior mercado mundial do crack e o segundo maior de cocaína, conforme resultado de pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisa de Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (Inpad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os dados do estudo – que ouviu 4,6 mil pessoas com mais de 14 anos em 149 municípios do país – foram apresentados dia 05 de setembro de 2012 na capital paulista.
Os resultados do estudo, que tem o nome de Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), apontam ainda que o Brasil representa 20% do consumo mundial do crack. A cocaína fumada (crack e oxi) já foi usada pelo menos uma vez por 2,6 milhões de brasileiros, representando 1,4% dos adultos. Os adolescentes que já experimentaram esse tipo da droga foram 150 mil, o equivalente a 1%.
De acordo com o relatório, cerca de 4% da população adulta brasileira, 6 milhões de pessoas, já experimentaram cocaína alguma vez na vida. Entre os adolescentes, jovens de 14 a 18 anos, 44 mil admitiram já ter usado a droga, o equivalente a 3% desse público. Em 2011, 2,6 milhões de adultos e 244 mil adolescentes usaram cocaína.
O levantamento do Inpad revelou também que a cocaína usada via intranasal (cheirada) é a mais comum. Aproximadamente 5,6 milhões de pessoas já a experimentaram na vida e, somente no último ano, 2,3 milhões fizeram uso. Entre os adolescentes, o uso é menor, 316 mil experimentaram durante a vida e 226 mil usaram no último ano.
A pesquisa também comparou o consumo de cocaína nas regiões brasileiras em 2011. No Sudeste está concentrado o maior número de usuários, 46% deles. No Nordeste estão 27%, no Norte 10%, Centro-Oeste 10% e Sul 7%. Relatórios com resultado e metodologia estão na página do Inpad na internet.
Fonte: Ah Duvido
Veja abaixo alguns avistamentos relatados por astronautas e que possivelmente foram acobertados:
02 de abril de 1961: O soviético Yuri Gagarin, primeiro homem a viajar no espaço, avistou inúmeros objetos luminosos ao redor de sua cápsula;
07 de agosto de 1961: O major soviético Gherman Titov filmou vários objetos não identificados enquanto estava em órbita. “Eles pareciam que estavam dançando em volta da cápsula”;
20 de fevereiro de 1962: A bordo da cápsula espacial Mercury, o astronauta norte-americano John Glenn comunicou à base que estava vendo uma grande bola de fogo que o seguia enquanto orbitava nosso planeta;
11 de maio de 1962: O piloto da NASA Joseph A.Walker afirma que uma das suas tarefas era detectar UFOs. Ele chegou a filmar entre cinco e seis objetos no mês de abril do mesmo ano. Os filmes nunca se tornaram públicos;
24 de maio de 1962: O astronauta Scott Carpenter, a bordo da Mercury 7, informou ao comando terrestre o avistamento de objetos desconhecidos com diversas formas e dimensões, que fotografou;
17 de julho de 1962: O major Robert Whine, piloto de testes, reportou uma formação de UFOs. “Não tive ideia do que poderia ser aquilo. Eram acinzentados e estavam a 10 ou 20 m de distância”;
15 de maio de 1963: Um dos astronautas das missões Mercury, Gordon Cooper, declarou à estação de rastreamento que estava vendo um objeto esverdeado e brilhante, que se aproximava da cápsula. O UFO foi detectado por radar;
16 de junho de 1963: Primeira mulher a realizar uma viagem espacial, a soviética Valentina Tereshkova informou ao controle de terra que havia um objeto fazendo acrobacias ao lado de sua nave, a Vostok 6;
Abril 1964: O equipamento da espaçonave Gemini 1, em órbita da Terra, localizou por meio de radar a presença de quatro objetos em alta velocidade;
18 de março de 1965: A tripulação da Voskhod 2 informou que foram seguidos por diversos objetos discoides, que voavam em alta velocidade;
Junho de 1965: A bordo da Gemini 4, a tripulação formada por Edward White e James A. McDivitt avistou um objeto não identificado em forma de charuto, com protuberâncias laterais semelhantes a braços. O UFO foi documentado com filmagens e fotos;
04 de dezembro de 1965: A bordo da Gemini 7, Frank Borman e James Lovell comunicaram à base de Houston o avistamento de um UFO. O objeto se parecia com destroços, mas a tripulação garante que foi um avistamento real;
Julho 1966: O astronauta Mick Collins, na Gemini 10, declarou ter visto e fotografado discos voadores aproximando-se de sua cápsula;
12 de setembro de 1966: Na Gemini 11, os astronautas Richard Gordon e Charles Conrad foram acompanhados por um UFO a cerca de 10 km de distância;
1968: O Piloto Walter Schirra, a bordo da Mercury 8,foi o primeiro astronauta a usar o termo Papai Noel para indicar a presença de UFOs próximos das espaçonaves. Quando o também piloto James Lovell usou a frase “por favor, estejam informados de que Papai Noel existe”, era o Natal de 1968 e poucas pessoas perceberam o sentido da declaração;
Dezembro de 1968: Durante a missão Apollo 8,enquanto um objeto de forma discoide aproximava-se da nave, os instrumentos de bordo pararam de funcionar. Quando o UFO se distanciou,tudo retornou ao normal;
Julho 1969: Durante o primeiro desembarque sobre a Lua, os astronautas da Apollo 11 indagaram à base de Houston algo que foi ouvido por milhões de pessoas em todo o mundo: “Estaremos seguros se não nos comunicarmos com eles?”;
20 de julho de 1969: Quando chegou na Lua, a tripulação da espaçonave Apollo 11, informou a presença de companhia na superfície do satélite. “Temos visitantes. Eles estão aqui”;
Novembro 1969: Em meio à missão Apollo 12, o piloto Charles Conrad afirmou: “Avistamos um objeto que estava estático com relação a nós e parece rolar sobre si mesmo. Nós já o vimos ontem e parece que busca contato conosco”;
11 de Abril de 1970: A espaçonave Apollo 13 foi obrigada a abortar a missão depois que os tripulantes avisaram que estavam sendo seguidos por um objeto voador não identificado. Momentos depois, uma explosão ocorreu e obrigou a espaçonave a retornar a Terra;
1973: Eugene Cernan foi o comandante da missão Apollo 17, a última espaçonave a ser enviada à Lua. Em um artigo do jornal Los Angeles Times, em 1973, ele responde sobre seus avistamentos. “Tenho sido perguntado sobre UFOs e tenho dito publicamente que eu acho que são de alguma outra civilização”;
01 de julho de 1973: Gordon Cooper declarou: “Creio que os UFOs são guiados por seres inteligentes e visitam o nosso planeta há milhões de anos”;
28 de novembro de 1973: O astronauta John Young afirmou que “tudo leva a crer que os UFOs existam realmente”.
20 de setembro de 1977: A Nave russa Kosmos decolou do Cosmódromo de Plesetsk, às 03h58, e foi seguida por um UFO de aspecto gelatinoso, que se movia lentamente no céu;
1979: Maurice Chatelain, chefe do sistema de comunicações da NASA, confirmou que o astronauta Neil Armstrong de fato relatou ter visto dois UFOs em uma cratera. “Todos os vôos das missões Apollo e Gemini foram seguidos, de perto e de longe, por espaçonaves de origem extraterrestre”. Segundo Chatelain, depois que os astronautas informaram os fatos ao controle da missão, receberam ordens de silêncio absoluto;
Abril de 1979: O cosmonauta russo Victor Afanasyev viu um UFO ir em direção de sua nave, logo após o lançamento. “O objeto tinha 40 m de comprimento, era largo de um lado e estreito de outro, com aberturas internas. Algumas partes tinham projeções como pequenas asas, mas ele permaneceu muito perto de nós. Nós o fotografamos e descobrimos que estava à aproximadamente 25 m de distância”;
14 de julho de 1980: No lançamento do satélite de alerta Kosmos 1188, na Rússia Central, uma revoada de UFOs foi avistada por diversas testemunhas em todo o país e no leste Europeu;
Em 5 de maio de 1981, o cosmonauta Vladimir Kovalyónok observou um raro objeto ao redor da estação espacial Saliut 6. “Estava treinando na esteira de correr. Ao olhar pela janela vi um objeto brilhante ‘debaixo’ da estação espacial.” Tinha uma forma parecida com a de um meteoro, recordou o cosmonauta. “Depois, houveram explosões. A primeira à esquerda, a segunda à direita, e depois de alguns segundos a estação entrou na sombra da Terra. Ao sair da sombra mais tarde, olhamos ao nosso redor, mas não vimos os sinais de explosão.”
05 de maio de 1981: A tripulação da espaçonave Soyuz T-4 observa e inicia uma troca de informações com os passageiros de um UFO;
14 de março de 1984: James Buchli, médico de bordo da missão Space Shuttle STS-29 avisa atônito ao controle em terra: “Houston, aqui é a Discovery. Temos uma astronave alienígena sob observação”;
Novembro de 1984: A câmera de bordo da missão Space Shuttle registrou a imagem de uma esfera de metal realizando uma manobra inteligente;
1985: O astronauta Dick Slayton alegou que falariatudo o que acontecia nos programas espaciais norte-americanos, incluindo suas experiências com os discos voadores. Não foi possível;
15 de setembro de 1991: Durante a missão Space Shuttle STS-48 é feito um vídeo de alta resolução com UFOs voando em semicírculos;
16 de setembro de 1991: Ainda na mesma missão, os astronautas da Space Shuttle STS-48 observavam o Oceano Índico quando um objeto cortou o céu em grande velocidade;
Novembro de 1992: O ex-colaborador da NASA Bob Oeschler confessou que muitos dos vídeos realizados durantes as missões espaciais são previamente censurados antes da apresentação pública;
17 de outubro de 1993: Na missão Space Shuttle STS-58, diversos UFOs são avistados sobre a Flórida, duas esferas cruzam o trajeto do ônibus espacial;
1996: Numa transmissão nacional da rede norte-americana de televisão NBC,o astronauta Edgard Mitchell afirmou que não teve apenas um avistamento e que conhece pessoas de três diferentes países que mantiveram contatos com seres extraterrestres no espaço;
Maio de 1997: O astronauta Michael Foe foi enviado a bordo da estação espacial Mir, para completar suas investigações científicas junto aos cosmonautas russos. Um vídeo feito a bordo mostra luzes brancas pulsando ao redor da nave.
Fonte: Ovni Hoje (comentário de Aleksander.L)
Assista este vídeo que não causará muito impacto em quem já está acostumado a ler sobre o assunto. Mas achei bem interessante o fato de ser uma declaração de um ex-ministro de defesa. Veja:
A Segunda Guerra Mundial — batalha que durou de 1939 a 1945 — foi o conflito mais abrangente da história, envolvendo as principais potências mundiais da época e mudando o panorama político e a estrutura social do planeta. Mais de 100 milhões de militares participaram dela, e foi durante essa guerra que as bombas nucleares foram utilizadas pela primeira (e única) vez em combate.
A Segunda Guerra Mundial também foi o conflito mais sangrento da história da humanidade, ficando marcada pelo constante ataque a civis e o holocausto, tendo como resultado entre 50 e 60 milhões de mortes. Contudo, durante a guerra também ocorrerem alguns incidentes bizarros, que nunca ninguém conseguiu explicar direito. O pessoal do site io9 reuniu alguns desses mistérios em um interessante artigo, que você pode conferir a seguir:
O desaparecimento do Voo 19
Conhecido com um dos incidentes mais misteriosos de todos os tempos, o desaparecimento do Voo 19 continua a intrigar os historiadores até hoje. Alguns meses depois do fim da guerra, durante um treinamento no Atlântico que envolveu cinco aviões torpedeiros TBF Avenger da Marinha dos EUA, todas as aeronaves — e 14 pilotos — desapareceram sem deixar vestígios. Aparentemente, o acidente pode ter ocorrido devido a uma infeliz combinação de fatores.
O líder da operação, o tenente Charles Taylor, era conhecido por se perder facilmente enquanto voava, e durante o fatídico dia ele comunicou por rádio que as bússolas não estavam funcionando. Os investigadores chegaram a atribuir a responsabilidade do acidente à má liderança de Taylor, mas como os destroços nunca foram encontrados — e também devido às pressões por parte da família do piloto —, a causa oficial do acidente foi definida como “desconhecida”.
Foi então que jornais e publicações de todo o mundo começaram a incluir elementos sobrenaturais à história, como premonições trágicas e estranhas transmissões de rádio, tornando o caso um dos mais documentados da história do Triângulo das Bermudas. E como até hoje nenhuma das aeronaves foi encontrada, o desaparecimento da esquadrilha continua sendo — tecnicamente — um grande mistério.
Aeronaves-fantasmas
Mesmo depois do fim da guerra — décadas depois —, ainda existem relatos sobre o avistamento de aviões dessa época, e até de esquadrilhas inteiras, que surgem do nada e desaparecem em seguida. Muitas dessas histórias incluem detalhes sinistros, como pilotos com semblantes tristes acenando para os vivos, aviões que pousaram sem ninguém em seu interior, e aeronaves com os tanques vazios que surgiram com toda a tripulação morta a bordo.
Uma das lendas mais famosas é a de um avião norte-americano que surgiu na costa da Califórnia várias horas após o ataque a Pearl Harbor, visivelmente avariado e deixando um rastro de fumaça. Testemunhas afirmaram ter visto o piloto a bordo, mas, depois que a aeronave caiu, nenhum corpo foi encontrado entre os destroços.
A Batalha de Los Angeles
Este mistério foi citado aqui no blog em um dos primeiros posts:
Na noite de 24 de fevereiro de 1942, vários moradores de Los Angeles viram objetos luminosos pairando sobre suas cabeças. A histeria foi geral, e muitas ligações pros serviços de emergência depois, a cidade de Los Angeles estava sob comando dos militares. Os milicos ordenaram um apagão geral na cidade, numa tentativa de identificar melhor a luz vinda dos objetos voadores.
A foto acima, que foi capa de todos os jornais nacionais na época, mostra os holofotes dos militares apontados pros UFOs. Segundo a Aeronáutica, os objetos se locomoviam a pouco mais de 300 km/h.
Em seguida, a Brigada de Artilharia da Marinha posicionou suas armas (canhões anti-aéreos cuja munição são cargas explosivas de 6kg) e começaram a atacar os objetos. Mais de 1400 tiros foram disparados, e apesar disso os objetos voadores nada sofreram.
Cinco pessoas morreram de ataques cardíacos durante o drama, e vários carros e prédios foram danificados pela munição anti-aérea que eventualmente caiu na cidade abaixo.
No dia seguinte as afirmações das autoridades foram conflitantes. Alguns alegaram ser nada além de um “alarme falso provocado pelo nervosismo da guerra”, sem elaborar sobre a identidade dos objetos. Outros falaram que eram balões japoneses, sem explicar como é que balões se movimentariam a 300 km por hora.
Após mais alguns comentários incongruentes, os militares decidiram que a desculpa oficial seria que os objetos eram aeronaves japonesas designadas pra sobrevoar o céu de Los Angeles, com o objetivo de causar medo em solo americano e abaixar a moral do país. Bom, sobre a parte de causar medo, eles acertaram. O que continuou não fazendo sentido é como é que os tais aviões sobreviveriam várias horas de bombardeamento pesado sem fazer manobras evasivas de qualquer tipo.
O governo japonês negou envolvimento com o mistério na época, e continua fazendo isso até hoje.
Fonte: Horror Virtual
A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Reia (ou Rhea), a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A ideia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Neste mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todo, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
Fonte: Portal da família